ANGRA DOS REIS/RJ – Ilhas Botinas │ Ilha Grande

Viagem realizada em 11/04/2015 –

Saí de Itaboraí em uma bela manhã de sábado para encontrar o guia Laésio e a galera do grupo Adrenalina que iria conosco para Angra dos Reis em uma van e alguns carros. Nosso destino seria as Ilhas Botinas, duas ilhotas rochosas inabitadas por pessoas, mas super habitadas por diversas espécies de peixes ao seu redor.

Nosso limite terrestre se deu na linda Praia de Conceição de Jacareí, em Mangaratiba.

Praia de Conceição de Jacareí

Praia de Conceição de Jacareí

Praia de Conceição de Jacareí

Praia de Conceição de Jacareí

De lá, pegamos um barco que já estava previamente alugado por Laésio para ficar à nossa disposição durante o dia. A estrutura era tão boa que aí vai uma foto da parte mais importante do veículo:

A churrasqueira

A churrasqueira

O trajeto até as Botinas é demorado. Mais de uma hora. Mas com a galera animada e paisagens maravilhosas, não dava pra se entediar.

Distração maravilhosa

Distração maravilhosa

Distração maravilhosa

Distração maravilhosa

Distração maravilhosa

Distração maravilhosa

Até que avistamos as belíssimas ilhotas.

Ilhas Botinas

Ilhas Botinas

Chegando mais perto, ao atracar o barco, dá pra ver o tom indescritível da água.

Ilhas Botinas

Ilhas Botinas

Ilhas Botinas

Botina Esquerda

Mergulhei e fui direto explorar a ilha da direita, que era maior.

Botina da direita

Botina Direita

Devido à minha ausência de câmera à prova d’água no momento, faço aqui um pequeno lapso de registros visuais. Mas vou tentar compensar descrevendo detalhes.

Permaneci durante alguns minutos deitado ali pelas rochas observando o mar e aquela outra ilha ao fundo da foto anterior, a Ilha de São João. E decidi ir até lá. Pulei na Baía de Angra e fui. Após nadar por aproximadamente 2km, lá cheguei. Sozinho, subi as pedras e contornei a ilha, avistando, de longe, alguns barcos de pesca na imensa faixa da Ilha da Gipoia. Que lugarzinho maravilhoso!

O cenário de São João era razoavelmente parecido com as Botinas: duas ilhas rochosas separadas por uma curta distância. Atravessei o raso espaço entre elas e notei uma placa. Conforme ia me aproximando, ficava clara a mensagem: “Território particular. Não entre sem ser convidado. Cães ferozes”. Acabei decidindo retornar.

Depois de nadar de volta os quilômetros que me separavam do barco, fui advertido pelo condutor. Ele disse que me arrisquei muito ao atravessar as ilhas, falando que ali era rota de lanchas. Todos estavam me esperando para ir ao próximo destino. Mas eu pensei que a embarcação passaria o dia atracada ali. Mesmo sem saber, me desculpei. Porém, com a sensação de que valeu a pena ter explorado as outras porções de pedras.

Lapso de registros visuais encerrado. Bem-vindo de volta às fotos!

Das Botinas, seguimos para a Lagoa Azul, no extremo norte da Ilha Grande. O nome é meio contraditório, já que o local não é lagoa e nem a água estava azul. No entanto, a coloração esverdeada, segundo os condutores do barco, se dava devido às chuvas ocorridas nos dias anteriores. Enfim, o que vale é a beleza do lugar!

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Com o churrasco já rolando, entre uma carninha e outra, me lancei na água.

Lagoa Azul

Lagoa Azul

A quantidade de peixes no local é impressionante. Um mais bonito do que o outro.

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Bem próximo ao barco, e no meio de tantas rochas, há uma pequena praia. Nela, há uma trilha que eu comecei a seguir. Mas, sozinho, decidi voltar para não acabar demorando e levando outra bronca dos condutores da embarcação.

Lagoa Azul

Lagoa Azul

Retornei à praia, e fiquei conversando com uns amigos em cima das pedras.

Bate-papo rochoso. Foto: Mariana Picado

Bate-papo rochoso. Foto: Mariana Picado

Dali, partimos para a Praia da Freguesia de Santana, também na Ilha Grande. Absurdamente linda!

Praia de Freguesia de Santana

Praia de Freguesia de Santana

Praia de Freguesia de Santana

Praia de Freguesia de Santana

De cara, peguei uma trilha curtíssima até a histórica igreja do local.

Igreja da Freguesia de Santana

Igreja da Freguesia de Santana

Igreja da Freguesia de Santana

Igreja da Freguesia de Santana

Igreja da Freguesia de Santana

Igreja da Freguesia de Santana

Seguindo pelo caminho, mais uns 20min em terreno quase plano até a maravilhosa Praia de Baixo.

Mapa de trilhas a partir da igreja

Mapa de trilhas a partir da igreja

Praia de Baixo

Praia de Baixo

Praia de Baixo

Praia de Baixo

O lugar é paradisíaco. De um lado: mata. Do outro: algumas lanchas sofisticadas que vão se refugiar lá para as festinhas dos seus donos.

Vista da Praia de Baixo

Vista da Praia de Baixo

Praia de Baixo

Praia de Baixo

E chega a hora de rumarmos à Abraão. O caminho não poderia ter uma vista melhor, incrementada pela prancha de stand up paddle do amigo Fabio Paiva.

Prancha do Fabio nadando pelo caminho

Prancha do Fabio nadando pelo caminho

Nossa casa durante a noite seria o Hostel Che Lagarto, local que já me serviu de hospedagem antes. Tanto que eu já estava familiarizado com o mascote do albergue.

O dono do pedaço

O dono do pedaço

Além dos seus diversos amigos itinerantes que por lá aparecem…

Amigos itinerantes

Amigos itinerantes

Amigos itinerantes

Amigos itinerantes

Destaque, ainda, para a vista do deck do hostel:

Vista do deck do hostel

Vista do deck do hostel

Eu tinha ido a Rio Bonito no dia anterior para o aniversário do meu primo Gilvan. Bebi bem e dormi pouquíssimo, emendando na viagem. A galera também estava bem cansada. Decidimos jantar no próprio albergue (um delicioso strogonoff de frango, que todo mundo repetiu) e rumar para nossas camas.

Chega o domingo, e o guia Laésio não havia marcado programação para o dia. A galera iria ficar relaxando na Praia da Júlia, ao lado do Che Lagarto. Eu costumo acordar muito cedo nas viagens. E nessa não foi diferente. Levantei e quase todos ainda estavam dormindo. Nisso, decidi conhecer a Praia de Palmas.

Sozinho, me lancei em uma trilha de cerca de uma hora. Com subidas chatinhas, é verdade, mas com vistas que faziam cada uma delas valer a pena. O engraçado é que o trajeto parecia ser no exterior. Toda hora eu encontrava alguém, mas eram raros os casos de falar português. Bom que deu pra treinar inglês, espanhol e meu deplorável alemão.

Vista para a enseada de Abraão

Vista para a enseada de Abraão

Janela da trilha

Janela da trilha

Janela da trilha

Janela da trilha

Ao final do percurso, você pode descer pela pedra ou atravessar um córrego. Já estava de saco cheio de pedras e optei pelo riacho.

Chegada na Praia de Palmas

Chegada na Praia de Palmas

O visual faz jus ao nome da praia. É mesmo de bater Palmas.

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

A areia da praia é chata de se andar. Muito grossa. Mas o horizonte estimula qualquer caminhada.

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Lá, encontrei o Bar e Restaurante Morango das Palmas.

Bar e Restaurante Morango das Palmas

Bar e Restaurante Morango das Palmas

Bar e Restaurante Morango das Palmas

Bar e Restaurante Morango das Palmas

O local é privilegiado com essa vista maravilhosa:

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Conta, ainda, com um atendimento muito bacana das garçonetes Morena e Chilena. E o principal: caipirinha de banana com canela. Indescritível! Merece até duas fotos: uma com o foco na bebida e outra no visual da minha mesa.

Hidratação: caipirinha de banana com canela

Hidratação: caipirinha de banana com canela

Hidratação: caipirinha de banana com canela

Hidratação: caipirinha de banana com canela

De frente ao bar, corri para me banhar em meio aos barcos que por lá chegavam e partiam.

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Antes de ir embora, não poderia faltar um registro desse coqueiro imenso:

Coqueiro que parece ter tomado Toddynho

Coqueiro que parece ter tomado Toddynho

Ao invés de retornar pela trilha que vim, notei que tinha uma outra à direita. Decidi seguir por ela e avançar. E, em menos de 15min, fui presenteado com a Praia Brava.

Praia Brava

Praia Brava

Praia Brava

Praia Brava

O nome do lugar, como a Lagoa Azul, também não é muito exato. A praia é bem tranquila e sem ondas.

Praia Brava

Praia Brava

Praia Brava

Praia Brava

Praia Brava

Praia Brava

Por lá, existe apenas um local de hospedagem: a Cabanas Paraíso, com esses “mini-chalés” bem aconchegantes:

Cabanas Paraíso

Cabanas Paraíso

Cabanas Paraíso

Cabanas Paraíso

Já era quase meio-dia e voltei a trilha rumo à Praia da Júlia, onde fiquei, entre um mergulho e outro, hidratando com a galera no quiosque da simpaticíssima Amélia.

Em seguida, hora de arrumar as coisas e caminhar pela Praia de Abraão em direção ao trapiche.

Praia de Abraão

Praia de Abraão

Praia de Abraão

Praia de Abraão

Praia de Abraão

Praia de Abraão

Já no barco, a bênção do espetacular deus Sol.

Pôr do Sol maravilhoso

Pôr do Sol maravilhoso

Sobre Angra dos Reis, acesse também o post da Ilha Grande


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

3 Comments:

  1. Oi, Mabiele! Tudo bem??

    Quando fui nas Botinas, fui já com pacote de viagem fechado pelo grupo Adrenalina. Não tenho um barqueiro ou agência para indicar. Só jogando no Google mesmo.

    Você vai direto para as Botinas ou vai ficar pela Ilha Grande? Seja como for, acredito que você não tenha dificuldades para achar um passeio para lá não.

  2. Ola, sou de MG e vou fazer um passeio na Ilha Botina, poderia me informar sobre aluguel de embarcações? Barco, lancha, escuna,…
    Muito obg

  3. Fiquei encantada com o lugar !! Pensando seriamente em visitar Angra no lroximo feriado!! Muito bonito o lugar! Paraíso

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