ANTONINA/PR

Viagem realizada em 24/06/2015 –

Partindo de Morretes, pegamos a estrada rumo ao nosso próximo destino: Antonina, histórica e belíssima cidade do litoral paranaense. E em cerca de 10min, já éramos saudados:

Bem-vindo a Antonina!

Bem-vindo a Antonina!

Mais 10 minutinhos, e chegamos a onde seria nossa casa por três dias: a Hospedaria da Praça, que já havíamos reservado pela Internet.

Hospedaria da Praça

Hospedaria da Praça

Lá, fomos maravilhosamente recebidos pela dona Meire, seu Jorge e Graziela, filha do casal. A família é dona da pousada.

Dezinha, eu, Jorge, Meire e Grazi

Dezinha, eu, Jorge, Meire e Grazi

Grazi nos levou para conhecer o quarto onde ficaríamos. Mas antes de entrar, vale o registro do saguão

Saguão superior da pousada

Saguão superior da pousada

Nosso quarto também estava super arrumadinho. Fiquem tranquilos, que a foto abaixo foi tirada após descansarmos. Mas vale a pena para terem uma ideia do espaço e também para retratar esse quadro bem bacana aí:

Nosso quarto

Nosso quarto

Mais bacana ainda era a vista da nossa varanda, de frente para a Praça Coronel Macedo.

Vista do nosso quarto

Vista do nosso quarto

Como chegamos já no fim da tarde (passamos o dia em Morretes), após descansarmos e tomarmos um banho para sair, já era noite. E fomos caminhar pela praça…

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

O local é lindo demais. E a tranquilidade impressiona!

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Pena que o coreto estava com acesso trancado e luz desligada…

Coreto da Praça Coronel Macedo

Coreto da Praça Coronel Macedo

A capelinha também tinha cadeado, mas a luz deixava clara sua beleza:

Capelinha a céu aberto

Capelinha a céu aberto

Altarzinho

Altarzinho

Em cima da escadaria, estava o belíssimo Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

As casas da cidade são, em sua maioria, históricas. Vide o prédio da Caixa Econômica:

Caixa Econômica Federal

Caixa Econômica Federal

É só caminhar pelas tranquilíssimas ruas do município de 19 mil habitantes para se encantar e se apaixonar…

Rua

Rua

Casa histórica

Casa histórica

Casa histórica

Casa histórica

E foi andando lentamente que conhecemos o Gérson. Pedi uma indicação de bares a ele, o amigo citou alguns e, só por último, falou do seu próprio. Talvez por acreditar que um casal de turistas procurava algo mais luxuoso. Sorte que passamos longe desse perfil e tivemos a oportunidade de conhecer o que foi um dos melhores bares que visitei em toda a minha vida.

Mas falemos dele depois, pois, antes, fomos percorrer a Praça da Feira, outro lugar para acalmar qualquer nervo e inspirar a ler bons livros a qualquer hora.

Praça da Feira

Praça da Feira

Praça da Feira

Praça da Feira

Praça da Feira

Praça da Feira

Dali, seguimos para o trapiche em meio à Baía de Antonina.

Trapiche

Trapiche

Trapiche

Trapiche

Trapiche

Trapiche

Com fome e sede, era hora de rumar ao Bar do Gérson para uma boa hidratação. O local é extremamente simples. Na verdade, é na varanda da casa dele. Para ir ao banheiro, você tem que entrar na casa e passar pelo meio da sala. Muito bacana!

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Bar do Gérson

Eu, Gérson e Dezinha

Eu, Gérson e Dezinha

Olhamos o cardápio e nos encantamos. Gérson nos indicou o gorjão de peixe. Não levamos fé que seria tão bom, até ouvirmos a esposa dele preparando a milanesa na hora. Quando veio, chegamos a ter dificuldades para temperar com o limão, vide que o peixe (pescado no próprio dia) estava tão fresquinho que o caldo chegava a escorrer. Simplesmente maravilhoso!

Hidratação com gorjão de peixe

Hidratação com gorjão de peixe

Em seguida, pedimos uma casquinha de siri. E foi a melhor que eu já comi até hoje.

Hidratação com casquinha de siri

Hidratação com casquinha de siri

O pastelzinho de camarão com palmito não tem nem como descrever…

Pasteizinhos de camarão com palmito

Pasteizinhos de camarão com palmito

Sentados à mesa, uma coisa que era para ser simples, mas que nos chamou muita atenção: crianças brincando na quadra da Praça da Feira já de madrugada, sem qualquer preocupação. Foi ali que eu me apaixonei de vez por essa cidade. Quem me dera se todos os lugares fossem assim…

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Crianças na Praça da Feira

No dia seguinte, acordamos e tomamos um café-da-manhã maravilhoso, com direito a pão caseiro e bolos preparados pela dona Meire da pousada. Na sequência, retornamos ao trapiche para caçar algum pescador que pudesse nos levar em um passeio de barco pela baía.

Trapiche

Trapiche

Trapiche

Trapiche

Barcos

Barcos

Enquanto eu negociava, Dezinha aproveitava para registrar o belo cenário…

Conversando e negociando...

Conversando e negociando… Foto: Débora Rotta

Vista do trapiche

Vista do trapiche

Trapiche

Trapiche

… e eu fazia o mesmo!

Vista do trapiche

Vista do trapiche

Vista do trapiche

Vista do trapiche

Vista do trapiche

Vista do trapiche

Até que fechei com o amigo André Mazza, que já tem um barco preparado para levar turistas baía a dentro. Era só aguardar ele atracar…

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André trazendo o barco

Já na embarcação, o trapiche ia ficando para trás…

Vista do barco

Vista do barco

Vista do barco

Vista do barco

Vista do barco

Vista do barco

Quem se aproximava era a Ilha do Baixio.

Vista para a Ilha do Baixio

Vista para a Ilha do Baixio

Pedi para atracarmos lá, para eu explorar a ilha. No entanto, André me disse que o local não tem solo. O território é um manguezal, onde apenas a vegetação fica emersa. Mas não deixa de ser lindo!

Ilha do Baixio

Ilha do Baixio

Ilha do Baixio

Ilha do Baixio

Ilha do Baixio

Ilha do Baixio

Dezinha flagrou até um lindo corisco rosa por lá.

Corisco

Corisco

A sensação de estar ali é maravilhosa. É natureza por todos os lados. Sinais mínimos de presença humana. Parece uma volta no tempo

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Baía de Antonina

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Baía de Antonina

Até o Pico Paraná, o maior do estado, ficou tímido com a nossa presença, e resolveu “botar um capote”.

Vista para o "encapuzado" Pico Paraná

Vista para o “encapuzado” Pico Paraná

Vista para o "encapuzado" Pico Paraná

Vista para o “encapuzado” Pico Paraná

A Ilha do Corisco, no entanto, estava lá: firme, forte e bela.

Ilha do Corisco

Ilha do Corisco

Ilha do Corisco

Ilha do Corisco

Ao seu lado, a Ilha do Duro.

Ilha do Duro

Ilha do Duro

Ilha do Duro

Ilha do Duro

O cenário nos empolgou tanto que chegamos a nos transformar em piratas.

Piratizando

Piratizando

Piratizando

Piratizando

Piratizando

Piratizando

Com experiência na condução deste blog, que já se chama Barca, não poderíamos deixar de conduzir o barco também…

Conduzindo o barco

Conduzindo o barco

Conduzindo o barco

Conduzindo o barco

Conduzindo o barco

Conduzindo o barco

Pensei em dar um mergulho, mas, infelizmente, a aparência da água não é nada convidativa. André me disse que as vezes pula na baía, mas a visibilidade quando submerso é zero. O próprio continente é manguezal em seu litoral…

Manguezal

Manguezal

Manguezal

Manguezal

Manguezal

Manguezal

Até que, após meia hora de passeio, fomos pegando o caminho de volta…

Retornando...

Retornando…

Retornando...

Retornando…

O visual é sensacional!

Retornando...

Vista para a Ilha do Baixio

Retornando...

Vista para o continente

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Vista para o continente

E chega a hora de nos despedir do André…

Eu, Dezinha e André

Eu, Dezinha e André

André nos deixando com saudade

André nos deixando com saudade

Mas não demorou muito para fazermos outro amigo. Foi só visitar a loja de artesanatos do trapiche.

Loja de artesanatos do trapiche

Loja de artesanatos do trapiche

Loja de artesanatos do trapiche

Loja de artesanatos do trapiche

O dono, Silas, é um motociclista muito louco e gente boa. Ficamos por um bom tempo ouvindo suas históricas (e estórias, talvez).

Eu, Silas e a Dezinha

Eu, Silas e a Dezinha

O Centro de Antonina é bem compacto, e dá para se locomover bem a pé. Mas decidimos almoçar em Cacatu (outro distrito do município). E pegamos a estrada, de frente para a Serra do Mar.

Vista para a Serra do Mar

Vista para a Serra do Mar

Vista para a Serra do Mar

Vista para a Serra do Mar

E chegamos ao Sol Nascente da Lú (Restaurante do Jepe, para os íntimos).

Restaurante Sol Nascente da Lú

Restaurante Sol Nascente da Lú

Restaurante Sol Nascente da Lú

Restaurante Sol Nascente da Lú

O casal que é dono do local é muito acolhedor.  E recomendaram que déssemos uma volta pela área enquanto nosso almoço não ficava pronto. E assim fizemos, descendo até o rio para onde saem os barcos que eles alugam.

Rio da saída dos barcos

Rio da saída dos barcos

Rio da saída dos barcos

Rio da saída dos barcos

Passamos, também, pela área dos patos.

Criação de patos

Criação de patos

Criação de patos

Criação de patos

Até que a maravilhosa comidinha caseira ficou pronta. Peixe, camarão, aipim, palmito e tudo o que tinha direito. Delícia!

Comidinha linda!

Comidinha linda!

Antes de ir embora, vale o registro desses pássaros lindos que também passaram por lá para almoçar.

Aves clientes do Jepe

Aves clientes do Jepe

Aves clientes do Jepe

Aves clientes do Jepe

No caminho de volta, a histórica estação ferroviária da cidade.

Estação ferroviária

Estação ferroviária

Estação ferroviária

Estação ferroviária

Depois do descanso, hora de sair para hidratar e jantar. Decidimos pela Cantina Casa Verde, após uma busca na Internet onde todo mundo só falava bem do local e de a própria Graziela da pousada nos indicar.

Cantina Casa Verde

Cantina Casa Verde

O bar é perfeito! O dono, que também se chama André, é uma espécie de nômade aposentado. Peregrinou por vários cantos do mundo até se apaixonar por Antonina e fixar residência lá.

Eu, André e a Dezinha

Eu, André e a Dezinha

Além de muito gente boa e de ser o próprio chef de cozinha do restaurante ítalo-caiçara (como ele denomina a característica da sua culinária), André ainda conseguiu dar uma decoração muito bacana ao espaço, que une fotografias de famosos a um ambiente rústico.

Cantina Casa Verde

Cantina Casa Verde

Banheiro da Cantina Casa Verde

Banheiro da Cantina Casa Verde

A hidratação lá é literalmente única. Isso porque André também é sommelier, fabricando a própria cerveja que vende, como a Garça Azul, que é comercializada exclusivamente na Casa Verde. Maravilhosa!

Hidratação

Hidratação

Provamos, ainda, a Dos Tucanos e a Pica-Pau. Estas duas, já são vendidas para fora. Muito boas também!

Hidratação

Hidratação

A culinária? É horrível! Horrível porque deixa a gente chorando de saudades. Vide essa entrada linda que pedimos…

Entrada

Entrada

… enquanto nosso filé de peixe com lagostim e palmito com cenoura em forma de macarrão ficava pronto. Sensacional!! Com duas exclamações mesmo.

Lagostim, peixe, palmito, cenoura e o paraíso em forma de comida

Lagostim, peixe, palmito, cenoura e o paraíso em forma de comida

Dali, mesmo sob chuva, fui me sentir em casa no Largo da Carioca, outra pracinha bem bacana para relaxar.

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Por lá, ficamos por um tempinho apreciando o lugar…

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Largo da Carioca

Pena que a fonte secou.

Fonte da Carioca

Fonte da Carioca

Fonte da Carioca

Fonte da Carioca

Fonte da Carioca

Fonte da Carioca

Em seguida, fomos perambular pelas ruas tranquilas e suas casas históricas.

Rua

Rua

Rua

Rua

Casa histórica

Casa histórica

Casa histórica

Casa histórica

Até chegarmos à Prefeitura Municipal, que fica em uma casa que já serviu de hospedagem para ninguém menos do que o imperador Pedro II.

Prefeitura Municipal de Antonina

Prefeitura Municipal de Antonina

Prefeitura Municipal de Antonina

Prefeitura Municipal de Antonina

Prefeitura Municipal de Antonina

Prefeitura Municipal de Antonina

Depois, passamos pela Igreja de São Benedito, conhecida informalmente como “Igreja dos Escravos”. O motivo é que Benedito é considerado o santo dos servos, que foram os responsáveis por construir o local.

Igreja de São Benedito

Igreja de São Benedito

Igreja de São Benedito

Igreja de São Benedito

Destaque, também, para a Loja Maçônica (ao lado do Bar do Gérson):

Maçonaria

Maçonaria

E para o Theatro Municipal:

Theatro Municipal

Theatro Municipal

No terceiro dia, decidimos ir à praia. E pegamos a estrada, passando pelo Porto de Antonina.

Porto de Antonina

Porto de Antonina

Deixamos o carro em frente a essa vista maravilhosa:

Baía de Antonina

Baía de Antonina

E lá fomos nós…

Portal de árvores

Portal de árvores

Portal de árvores

Portal de árvores

Avistando essa pedra abaixo, tive que subir para apreciar o visual lá de cima, que dava para a Prainha. Sem palavras!

Pedra

Pedra

Vista da Pedra

Vista da Pedra

Ao lado dela, fica a Ponta da Pita, que dá nome ao bairro. Logo na entrada da rocha, uma placa alerta e informa ao mesmo tempo.

Placa

Placa

Placa

Placa

O lugar é belíssimo!

Ponta da Pita

Ponta da Pita

Ponta da Pita

Ponta da Pita

Ponta da Pita

Ponta da Pita

Sem explicação para o visual…

Vista da Ponta da Pita

Vista da Ponta da Pita

Vista da Ponta da Pita

Vista da Ponta da Pita

A tranquilidade de estar ali é muito emocionante.

Vista da Ponta da Pita

Vista da Ponta da Pita

Pescador

Pescador

Avistamos até o barco do André passando de longe com nossos companheiros de pousada, a quem recomendamos o passeio que havíamos feito no dia anterior.

Barco do André com amigos da pousada

Barco do André com amigos da pousada

Dezinha aproveitou para registrar alguns nativos que têm a honra de sobrevoar a região.

Voando com a comida

Voando com a comida. Foto: Débora Rotta

Se exibindo

Se exibindo. Foto: Débora Rotta

Preparando pouso

Preparando pouso. Foto: Débora Rotta

E seguimos caminhando pela linda e calma Prainha…

Prainha

Prainha

Prainha

Prainha

No outro lado da praia, há também uma ponta. E que traz mais uma vista maravilhosa!

Vista da ponta esquerda

Vista da ponta esquerda

Vista da ponta esquerda

Vista da ponta esquerda

Vista da ponta esquerda

Vista da ponta esquerda

Pena que a Dezinha me chamou para partir…

Dezinha cortando o barato

Dezinha cortando o barato

Mas deu para registrar a academia e a orlinha bela e tranquila.

Academia

Academia

Orlinha

Orlinha

Bacana na pista que liga a Ponta da Pita ao Centro é a presença de ciclovia.

Ciclovia

Ciclovia

Ciclovia

Ciclovia

Até que chega a hora de dar check-out na Hospedaria da Praça. Aproveitamos, e fomos tirar fotos diurnas da pracinha Coronel Macedo antes de nos despedir da cidade.

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

O chafariz parece lindo. Pena que ficava desligado…

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Praça Coronel Macedo

Em uma das beiradas da praça, há uma escadinha que te leva a esses visuais:

Vista do segundo andar da praça

Vista do segundo andar da praça

Vista do segundo andar da praça

Vista do segundo andar da praça

Vista do segundo andar da praça

Vista do segundo andar da praça

Na sequência, fomos explorar as ruínas do Mercado Municipal.

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

O local é tão mágico que a Dezinha (e eu, claro) não conseguíamos parar de fazer registros.

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Ruínas do Mercado Municipal

Tirando os barulhos excessivos de pombo que irritaram a Dezinha, o visual é maravilhoso!

Vista das ruínas

Vista das ruínas

Vista das ruínas

Vista das ruínas

Vista das ruínas

Vista das ruínas

Ao lado do antigo mercado, outra ruína. Esta, parece ser de uma casa. Mas o cenário também é bem bacana!

Ruína de casa

Ruína de casa

Ruína de casa

Ruína de casa. Foto: Débora Rotta

Vista da ruína

Vista da ruína

Por fim, hora de subir a escadaria, pegar o carro e retornar para Curitiba…

Escadaria

Escadaria


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

2 Comments:

  1. Parabéns a você por morar em um lugar tão mágico como Antonina, Renato! Não sei quando, mas tenho certeza de que um dia retornarei aí. Faço questão! De repente, nos encontramos pela cidade… Continue acompanhando nosso blog! Abração e obrigado pelo elogio.

  2. Muito legal seu resumo da viagem, parabéns e obrigado, eu como morador nativo de Antonina agradeço pela sua visita.

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