CAMPO GRANDE/MS

Viagem realizada em 29/07/2017

Depois de uma noite em claro e antes de o Sol raiar por completo, saio de casa às 6h rumo ao Mato Grosso do Sul. Até o destino final, porém, uma longa jornada, que incluiu um ônibus para o Rio de Janeiro, um VLT para o aeroporto Santos Dumont e dois aviões. Na verdade, um só. Mas em dois trechos.

Meu voo tinha conexão em São Paulo. A Latam, porém, não informou que era para os passageiros com destino a Campo Grande permanecerem na aeronave. Saí normalmente e fui procurar meu portão de embarque para o próximo destino quando vi que seria o mesmo avião em que eu havia acabado de sair. Aliás, para a mesma cadeira. Comentei com os funcionários da companhia aérea, mas não consegui reclamar por ter recebido um maravilhoso sanduíche de peito de peru com queijo no primeiro trecho (na verdade 2, já que comi o do colega ao lado que não quis). E decolamos novamente.

Aeroporto de Campo Grande

Já em Campo Grande e com o relógio atrasado para ajustar ao fuso horário de 1h a menos, uma simples caminhada já é o suficiente para conhecer todo o pequeno e aconchegante aeroporto.

Aeroporto de Campo Grande

Aeroporto de Campo Grande

Aeroporto de Campo Grande

Chamei um Uber e pedi para o amigo me deixar no Parque das Nações Indígenas, ouvindo o conselho da colega Nathália que me aconselhou no voo. No caminho, porém, uma parada na base da Aeronáutica que abriga a melhor esquadrilha da fumaça do mundo.

Base Aérea de Campo Grande

E o registro de um dos “brinquedinhos” militares.

Placa do “brinquedinho” militar

“Brinquedinho” militar

“Brinquedinho” militar

Eis que chego ao maior parque da cidade, que já tem uma entrada bem convidativa.

Pedi informações para o porteiro, mas ele parecia saber menos que eu sobre o local. O jeito foi ir andando…

Homenagem subjetiva ao Botafogo FR na cabeça de nós botafoguenses

Logo de cara, esse monumento espetacular:

Monumento foda

Monumento foda

Destaque para o chão em volta…

Chão em volta do monumento foda

… e, claro, para o seu interior. Infelizmente, os degraus foram arrancados a cerca de 4m do chão. Pensei até em tentar subir com um impulso, mas a estrutura estava visivelmente comprometida. Entretanto, estar ali dentro já desperta um sentimento muito bacana na gente. Fiquei por alguns minutos ali só respirando e admirando a construção.

Interior do monumento e paz interior trazida por ele

Escadaria

E segui andando…

De caminhada pelas estradas

De caminhada pelas estradas

Até que fui parar embaixo da ponte. Literalmente!

Embaixo da ponte

Embaixo da ponte

Lugarzinho muito legal.

Bambuzal

Córrego

Córrego

Conforme se avança, o rio cresce em volume.

Rio

Rio

Saindo da margem, um banquinho para relaxar…

Banquinho

… e apreciar as colegas capivaras.

Capivara e sua vida difícil

Capivara e sua vida difícil

O bobo e a capivara

Os colegas patos também participavam ativamente do charme local.

Patalhada

Patalhada

Assim como esse “portal” de bambus.

Portal de bambus

Depois dele? Mais patos trocando ideia e falando sobre os quaquás da vida.

Quaqualhando

Eis que é só passarmos a ponte…

Vista para a ponte

Ponte

E estamos de frente a esse lago maravilhoso:

Lago indescritível

Lago indescritível

Segui andando com aquela vista indescritível ao lado.

Lago indescritível

Lago indescritível

Até que uma ilhazinha me chamou a atenção. Infelizmente, havia uma grade trancando a ponte. Mas, como se pode ver, já tirei a foto pelo lado de dentro.

Passagem fechada

No local, o Monumento Cavaleiro Gaicuru.

Monumento Cavaleiro Gaicuru

O que é isso? Isso:

Monumento Cavaleiro Gaicuru

Monumento Cavaleiro Gaicuru

Monumento Cavaleiro Gaicuru

Foda! Simplesmente foda! Assim como a visão do lago dali.

Visão do lago

Visão do lago

Visão do lago

Depois de muito tempo contemplando aquele paraíso e tentando sobreviver em meio ao calor monstruoso que fazia, hora de cruzar novamente a pontezinha.

Ponte para a ilha

Continuando a caminhada, vai o aviso que nunca é demais:

Não seja porco!

As estruturas continuam surpreendendo a cada passo.

Abaixo do lago

CascatinhasTêm até voz própria…

Destaque para as lixeiras super bacanas.

Lixeira

Lixeira

Capivaras surgem a toda hora.

Capivarada sul-mato-grossense

Mais tímidas são as tartarugas. Mas, de vez em quando, dão o ar da graça também.

Tartaruga tímida

Tartaruga tímida

E tome mais vista do lago!

Lago

Lago

Uma grande casa aparece para chamar a atenção.

Casa do Pantanal

Casa do Pantanal

O que era? Sei lá! E ninguém que perguntei sabia. Me restou arrumar um jeito de entrar e ver o que tinha lá dentro…

Casa do Pantanal

Casa do Pantanal

Casa do Pantanal

E o que tinha? Muitas salas vazias.

Casa do Pantanal

Casa do Pantanal

Casa do Pantanal

Mas tinha algo bacana também. O quê? Uma maquete… da própria casa! Genial, não? Tem até o nome da estrutura: Casa do Pantanal.

Maquete da Casa do Pantanal

Maquete da Casa do Pantanal

Saindo de lá, hora de me deslocar ao outro lado do parque, calorento, mas abençoado com algumas torneiras-bicas que surgem pelo caminho. Abençoado, também, com essa represa linda:

Represa linda

Represa linda

Destaque para a ilha de terra super louca e esquisita.

Ilha de terra super louca e esquisita

Mais acima, um busto do Harry Amorim Costa. Quem? Esse cara aí:

Harry Amorim Costa

Do outro lado, o Museu das Culturas Dom Bosco.

Museu das Culturas Dom Bosco

Os campograndenses têm um estilo bem próprio de aproveitar a natureza. Ao contrário da grande maioria dos parques do país, lá, conforme a hora ia passando, mais gente ia chegando. Em outra cidade, em pleno sábado, seria normal um local como aquele encher durante o dia e ir esvaziando com a aproximação da noite. Mas lá não. Até porque não existe local como aquele. O Parque das Nações Indígenas e único, mágico e maravilhoso.

Famílias chegando conforme a hora passava

Campo Grande, porém, é muito maior. Aqui, cabe até dizer “mais Grande”. Grande como a Praça Ary Coelho, no Centro, que tem seu nome em homenagem a esse cara aí, ex-prefeito da cidade:

Ary Coelho

Ary Coelho

A praça é a mais tradicional do local. E tem um charme de não querer nos deixar ir embora dali.

Praça Ary Coelho

Praça Ary Coelho

Praça Ary Coelho

Lá, se vê de tudo. Maluco berrando os versículos da Bíblia aos ventos, gente pensando na vida e a turma do dominó. Mesinhas, aliás, não faltam para sentar e jogar.

Estádios de dominó, dama e xadrez

A arborização é bem bacana!

Árvores arycoelhenses

Árvores arycoelhenses

Tem até árvore que parece já ter perdido a virgindade…

Árvore da maturidade sexual

Destaque, também, para o coreto…

Coreto

Céu do coreto

E para essa estrutura foda de louca:

Estrutura foda de louca

Estrutura foda de louca

Academia, é claro, não poderia faltar.

Academia

A pracinha poderia ser mais bem cuidada se os chafarizes funcionassem e os vasos do banheiro tivessem portas, é verdade, mas dá para sentir que as grades que a cercam não conseguem chegar ao tamanho da alegria de estar naquele pedacinho do paraíso sul-mato-grossense.

Praça Ary Coelho


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

Um Comentário:

  1. Parabéns garoto !!!! Ficou ótima a matéria caso o Evaristo não volte para a bancada do JT !!! Vc pode assumir a mesma e os seguidores dele nas redes sociais !!! Rsrs abraço !!!

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