GUAPIMIRIM/RJ – Parnaso

Passeio realizado em 26/11/2017

Virado, sem dormir, me dirijo ao Rio de Janeiro para encontrar a amiga Waleska Regina, do grupo Chão e Estradas. Nosso destino seria Guapimirim, na Região Serrana do estado. O município fica ao lado de Itaboraí, mas o transporte público entre os dois é praticamente inexistente, o que me forçou a uma contramão geográfica que acabou premiada devido aos novos colegas que conheci na van.

Já no caminho, paramos para encher as panças na Casa dos Queijos.

Casa dos Queijos

Xafariz da Casa

Como sou amante do laticínio, fiquei apaixonado pelo local. Trouxe uns queijos apimentados para tomar com cerveja. Infelizmente, estragaram antes da data de vencimento. Fica o alerta para vocês! Porém, lá comi esses pasteizinhos maravilhosos: um de camarão (que realmente tinha camarão, o que é raro no mundo dos pasteis) e outro de queijo com banana:

Pasteis maravilhosos

Alimentado (e não comido), fomos em direção ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, também chamado de Parnaso já que a sigla PNSO seria tosca e não-pronunciável. A entrada custou 16 contos.

Parnaso

Nossa primeira parada foi no Museu Von Martius, em homenagem ao alemão Karl Friedrich Philipp von Martius, que catalogou a flora brasileira no século XIX e se hospedou no local.

Busto de Karl Friedrich Philipp von Martius

Museu Von Martius

Museu Von Martius

No interior da casa, uma guia local conta a história da estrutura e mostra um pequeno vídeo sobre o Parnaso. Há, ainda, essa maquete bacana do Parque:

Maquete bacana do parque

Maquete bacana do parque

De lá, fomos iniciar nosso passeio ecoturístico pela trilha do Poço Verde. A caminhada é super leve e pode ser percorrida por qualquer iniciante.

Indo para o Poço Verde

Aviso do início da trilha

Destaque para essa janela linda, já ao lado do final da trilha:

Janela para o Poço Verde

Janela para o Poço Verde

E, também, para uma dessas paradinhas doidas que sempre fazem para equilibrar pedras:

Paradinha doida de equilibrar pedras

O Poço Verde, por ser o de mais fácil acesso, é o que costuma ficar mais cheio, até porque, para muitos, também é o mais bonito do local. Ficamos por mais de meia hora lá se deliciando na água gelada.

Poço Verde

Poço Verde

Em seguida, rumamos para o Poço da Preguiça. Fiquei triste por não ter uma foto minha lá associada ao nome, mas tudo bem. Logo veio a felicidade por estar ali fisicamente.

Poço da Preguiça

Poço da Preguiça

Poço da Preguiça

O visual de lá, além da água em si, é muito foda!

Visual do Poço da Preguiça

Visual foda

Visual foda

Dali, fomos ao Poço da Capela. Porém, é claro, passamos antes pela bela Capela de Nossa Senhora da Conceição do Soberbo, de 1713 (mais velha que muitos de vocês, amigos leitores).

Capela de Nossa Senhora da Conceição do Soberbo

Capela de Nossa Senhora da Conceição do Soberbo

Ao lado dela, tem um sino bacana que serve para os turistas bobos tocarem. Como sou um deles, claro que toquei.

Letreiro do sino bacana

Sino bacana

Sino bacana

Antes de seguir para o mergulho, pausa para foto com a amiga Waleska Regina, que ficou triste por eu ter falado pouco o nome dela:

O turista bobo e Waleska Regina

Agora, sim, eis o relaxante poço:

Poço da Capela

Poço da Capela

Após “nos benzermos” nas águas do Poço da Capela, seguimos para um com nome engraçado: o Caninana. Rasíssimo, convida para descansar com a queda d’água servindo de hidromassagem natural. Uma delícia!

Poço do Caninana

Poço do Caninana

O parque tem uma rua asfaltada que funciona como matriz. Dela, saem as trilhas para os poços. Todas muito leves e bem sinalizadas. É só segui-la que você também encontra áreas para camping, piquenique, mesinhas e banheiro.

Rua

Subimos a rua e demos o último mergulho, no Poço da Ponte Velha. Nesse momento, a água já estava fria pra caralho.

Poço da Ponte Velha

De lá, rumamos para a trilha Mãe D’Água, onde ficamos apenas curtindo o visual e batendo papo.

Mãe D’Água

Mãe D’Água

Mãe D’Água

O encerramento, é claro, contou com uma nova enchida na pança. Um piquenique ao lado do Museu Von Martius. Foi comer e voltar na van batendo a cabeça de sono e já sonhando em voltar nesse paraíso.

Piquenique do até logo


Gostou? Comente!
Curta nossa página no Facebook: Facebook.com/barcadaideia
Acesse todos os relatos em: Explorações

Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *