ITABORAÍ/RJ

Passeios realizados até 15/09/2017

Cidade dos laranjais, das cerâmicas, do Comperj. Cidade dormitório, promissora, fantasma. Itaboraí já teve vários apelidos em diferentes épocas. Assaltada por pilantras de todas as esferas políticas, especialmente nos últimos anos, a essência do município, porém, segue viva.

Depois de mostrar locais de vários estados de nosso lindo Brasil, hora de a Barca exibir um pouco das belezas da minha amada cidade. Quinta-feira (14/09/2017), e lá vou eu pela principal via de Itaboraí.

Avenida 22 de Maio

Logo chego à Fonte Carioca, uma pracinha histórica.

Fonte Carioca

Fonte Carioca

Fonte Carioca

O pequeno local já foi um dos principais pontos de lazer da cidade.

Corredor da Fonte Carioca

Corredor da Fonte Carioca

Felizmente, o verde segue firme tentando resistir ao abandono da praça.

Vegetação fontecarioquense

Antigamente, a fonte era fundamental para o abastecimento de água potável a toda a região central de Itaboraí. Uma linda escultura de leão ilustrava a bica. Hoje, porém, jorra uma água que ninguém sabe dizer de onde vem enquanto ninguém sabe dizer para onde o leão foi.

Biquinha

Biquinha

Da Fonte Carioca, segundo uma antiga lenda itaboraiense, há um túnel que faz ligação direta com a Paróquia São João Batista, principal igreja da cidade. Se tal caminho é oculto, vai o destaque para a casinha que é visível:

Casinha da fonte

Casinha da fonte

De lá, rumei à praça que todos os domingos recebe uma antiga feira.

Pracinha da feira

As estruturas das barraquinhas ficam por lá a semana toda.

Estruturas das barracas

Quem está por ali há ainda mais tempo são duas chaminés que ajudam a preservar um pouco da história da cidade.

Uma das chaminés históricas

Logo acima, uma galeria marcada por ter sido o primeiro shopping mais famoso entre a população: o Karla Shopping. Merece o registro!

Karla Shopping

Continuando a caminhada, atravessamos a 22 de Maio…

Avenida 22 de Maio

E chegamos à pequena Praça Roberto Pereira dos Santos.

Praça Roberto Pereira dos Santos

Praça Roberto Pereira dos Santos

Busto de Roberto Pereira dos Santos

Após uma água de coco comprada na barraquinha da Kátia, segui a subida.

Coco

Subida

Eis que chego à Praça Marechal Floriano Peixoto. A principal do município.

Praça Marechal Floriano Peixoto

De cara, já vemos a sede da Câmara.

Câmara Municipal de Itaboraí

Câmara Municipal de Itaboraí

Câmara Municipal de Itaboraí

Atravessando a rua, no miolo da praça, a quadra em que eu aprendi a andar.

Quadra da praça

Ao lado dela, alguns canhões históricos. Com destaque para esse aí:

Canhão

Frente do canhão

O porquê do destaque para o de cima? Porque se funcionasse, talvez fosse o que tivesse mais utilidade…

Alvo interessante

Vários quiosques margeiam a quadra. Há muitos anos, concentravam a vida alcoólica da noite itaboraiense. Hoje, são apenas uma das várias opções. Mas seguem vivos!

Quiosques

Já enchi a cara inúmeras vezes em cada um deles. Representando os demais, segue um registro da Toca do Chacal:

Toca do Chacal

Bem em frente à Toca, um largo em homenagem a Joaquim Manuel de Macedo, um dos ilustres filhos da cidade.

Largo

Busto de Joaquim Manuel de Macedo

Placa do busto

Ao lado, vários brinquedos para as crianças.

Brinquedos

Brinquedos

Balanço

A pracinha é tão tranquila que os visitantes aproveitam para tirar uma soneca.

Visitante dorminhoco

Embora hoje seja agnóstico, estudei bastante na Igreja Católica. E minha primeira comunhão foi aí: na Paróquia São João Batista, onde frequentava as missas semanalmente.

Paróquia São João Batista

A péssima conservação do local me impressionou. A igreja abriga uma arquitetura belíssima, com várias obras barrocas. Porém, quase todas estavam cobertas por um pano branco. Triste!

Panos brancos cobrindo as artes

Panos brancos cobrindo as artes

Panos brancos cobrindo as artes

O altar, contudo, tinha umas imagens bacanas.

Altar

Santo

Nossa Senhora

Da porta lateral da igreja, a visão para a praça é bem legal.

Vista para a praça

Vista para a praça

À direita dela, o Bêco, famoso local de concentração dos roqueiros, especialmente nos anos 90 e início dos 2000.

Bêco

Do outro lado, à esquerda da igreja, uma “área VIP” para Nossa Senhora:

Nossa Senhora

Área VIP de Nossa Senhora

Bem no centro da praça, mais um monumento religioso: uma pedra com a transcrição dos 10 mandamentos do cristianismo.

Pedra dos 10 mandamentos

Logo ao lado dela, uma outra biquinha. Assim que compartilhei a foto dela em meu Facebook pessoal anunciando que seria o próximo relato da Barca, vários amigos surgiram relembrando as diversas vezes que mataram suas sedes ali. Infelizmente, entretanto, não sai mais uma gota de lá. Mas segue o registro da estrutura histórica:

Biquinha antiga

Biquinha antiga

Ainda na praça, fui até a Casa Heloísa Alberto Torres, a famosa Casa de Cultura.

Casa de Cultura

O local recebe exposições e apresentações. No momento, porém, tinha apenas esse presépio fixo de jardim:

Presépio show de bola

Mas o jardim da casa é, em si, o que mais impressiona. Sempre achei lindo esse espaço:

Jardim da Casa de Cultura

Do outro lado da praça, a Prefeitura e seu palacete histórico.

Prefeitura de Itaboraí

Complemento o post com algumas fotos tiradas entre 2015 e 2016 do alto do hotel Promenade Prime. Com vista para o Estádio Municipal Alziro de Almeida (Alzirão):

Vista para o Alzirão

Vista para o Alzirão

Com vista para o Cemitério São João Batista, o maior de Itaboraí:

Vista para o cemitério

E com vista para prédios e casas da cidade:

Vista para zona de prédios

Vista para zona de casas

Chega a sexta-feira (15/09/2017) e me levanto às 5 da manhã. O destino? O principal ponto turístico do município. O lugar sobre o qual amigos de todas as partes do país me pedem informações: o Parque Paleontológico de São José.

Para chegar até lá, todavia, era preciso me dirigir até a Praça Alarico Antunes.

Praça Alarico Antunes

Flores da praça

Árvores da praça

A rodoviária que o local abrigava já não existe mais, mas um dos principais pontos de ônibus de Itaboraí segue funcionando ali. E era hora de aguardar pelo meu.

Ponto de ônibus

Já dentro do ônibus que mais parecia uma bola de basquete de tanto que quicava, passei pela fábrica de tintas navais e industriais Jotun.

Jotun

E segui apreciando a paisagem que se revelava.

Aquela simplicidade linda

Se a conservação da estrada é uma das piores do país, em contrapartida ela abriga um dos postes mais bonitos do mundo. Esse aí:

Poste mais bonito do mundo

Pouco mais de meia-hora depois, lá estava eu.

Parque Paleontológico de São José

Parque Paleontológico de São José

Dos 5 anos que atuei como assessor de imprensa da Prefeitura de Itaboraí, boa parte acompanhando a Secretaria de Meio Ambiente, inúmeras foram as vezes que fui ao parque, mas sempre a trabalho e como peão. Desta vez, era hora de ir a lazer. Abandonar a precisão do texto jornalístico para a produção de um relato descontraído ao estilo da Barca.

Entrada do parque

Logo na entrada do parque, à direita, essa bonita rua entre árvores já chama atenção:

Ruazinha linda

Porém, segui à esquerda por esse S bacana:

S

E dei de cara com essa grande garagem:

Garagem da Cimento Mauá

Garagem da Cimento Mauá

O objetivo deste post não é ser didático. Mas aí vai uma síntese do sumário da sinopse do resumo da história do parque:

A Companhia de Cimento Mauá fez exploração mineral no local até 1984. Durante os trabalhos, diversos vestígios arqueológicos, geológicos e paleontológicos haviam sido encontrados. Com isso, a Prefeitura de Itaboraí, em 1995, criou o Parque Paleontológico de São José, eleito um patrimônio da humanidade pela Sigep, órgão ligado à ONU.

Da garagem, segui o pequeno trecho de rua até a entrada da área natural do parque. Porém, como sempre, ela estava fechada.

Entrada para a área natural

Mas e daí?

Início da trilha

É só cruzar a cerca que o teletransporte parece imediato e já nos deixa em um local mágico. Em meio aos inúmeros cânticos de animais e às coloridas asas de borboleta que por mim passavam, um mico veio me dar boas-vindas.

Mico

Mico

Em um trecho que pode ser tranquilamente percorrido por qualquer pessoa, logo chegava a esse ponto:

Vista para o deck

O que é aquilo na frente? Um deck montado para observação da lagoa.

Deck

O tronco impedindo a passagem é para alertar da má conservação da estrutura.

Deck

Deck

Deck

E eis que o deck nos dá a primeira visão da belíssima Lagoa de São José.

Lagoa de São José

O nível d’água já chegou a 40 metros, cobrindo grande parte da área em que hoje se encontra esse lindo verde. No final de 2015, a profundidade chegou a ter apenas 3 metros. A lagoa quase secou. Felizmente, porém, voltou a ganhar corpo.

Ao lado do deck, um lindo painel feito pelo artista Maurilio em 2009. Por que um tatu? Pois foi no Parque de São José que, dentre inúmeros fósseis de mamíferos, répteis, anfíbios e gastrópodes de até 55 milhões de anos, foi encontrado o tatu mais antigo do mundo, o que virou símbolo do local.

Painel do tatu

Do outro lado do deck, rente a ele, desci para a famosa Trilha do Pescador. Já no início, uma bonita casinha de joão de barro.

Casinha de joão de barro

Seguindo em frente, esse banquinho bacana surge para quem quiser descansar antes (ou após) a escadaria.

Banco

Em meio aos degraus, um segundo deck. Este, para os estudantes de geologia poderem apreciar as rochas calcárias.

Escada até o segundo deck

Rocha calcária

Rocha calcária

De lá, também podemos observar ruínas das estruturas que abrigavam equipamentos para bombear água do lago para a região.

Ruínas das casinhas da bomba

Desci a escada…

Escada bacana

E saí da trilha para explorar as ruínas. Já na primeira delas, dois sustos. Um meu e outro do urubu quando me viu e saiu voando. Quem tiver boa visão e se esforçar conseguirá ver a asinha dele atrás da viga na foto abaixo:

Urubu se escondendo

Fiquei curioso para ver que tipo de carniça o animal estava devorando, mas não encontrei nada. Talvez ele estivesse apenas pensando na vida…

Chão da ruína

Da segunda ruína, era possível ver o deck da geologia lá em cima ao fundo.

Segunda ruína com vista para o deck da geologia

O que havia ali? Só pedras, entulhos e calangos brincando de pique esconde entre eles.

Interior da ruína

Abaixo da ruína

Voltando à trilha, segui até outro paredão de calcário.

Paredão de calcário

Paredão de calcário

Paredão de calcário

E segui em frente por aquele pedaço do paraíso na Terra, que só nos lembra de estar na Terra por vermos sinais de porcos filhos da puta que fazem questão de largar lixos ali.

Lixo de desgraçados

Lixo de desgraçados

Quando se chega à lagoa, porém, a sensação de estar no paraíso domina de vez.

Visão do paraíso

Visão do paraíso

Visão do paraíso

A “maravilhosidade” do local é impressionante. Digo “maravilhosidade”, pois a beleza é indescritível. Fiquei por um bom tempo ali só agradecendo aquela paz.

Visão do paraíso

Visão do paraíso

Me metendo na visão do paraíso

Não havia trilha pela direita da lagoa, mas tentei progredir por lá.

Entrando na mata

Fui caminhando mantendo sempre a lagoa visível à minha esquerda.

Vista da mata para a lagoa

Conforme eu adentrava e subia para buscar um melhor caminho, mais a mata se fechava. Até que ficou improdutivo.

Mata fechada

Mata fechada

Resolvi descer e retornar à margem da lagoa, onde a terra fofa fazia meus pés afundarem a cada pisada.

Terra fofa

Destaque para esse inseto, um dos inúmeros que habitam a região:

Bicho doido

E para essa barraquinha, feita sob medida para a gente relaxar:

Barraquinha bacana

Ao lado dela, um pequeno cânion.

Cânion

Cânion

O adentrei por alguns metros, mas logo retornei para contemplar mais aquela lagoa mágica.

Lagoa maravilhosa

Lagoa maravilhosa

De volta à trilha, em menos de 1 minuto há outra abertura para apreciação da água.

Lagoa maravilhosa

Lagoa maravilhosa

O parque é o local mais quente de Itaboraí, que já é um dos municípios mais quentes do RJ. O calor lá era do caralho! Porém, sempre ouvi casos de afogamentos acompanhados de recomendações para não mergulhar naquela água que, rica em calcário, torna a visibilidade quase nula.

A trilha mais visível acaba ali. Porém, segui em frente e logo encontrei uma outra abertura que, sobre duas pedras, me dava essa visão:

Lagoa maravilhosa

E fui andando, até parar nesse caminho aberto:

Caminho tranquilo

Até o limite daquele trecho.

Fim do caminho aberto

Voltei para a mata, em meio às arvorezinhas finas.

Arvorezinhas finas

Bebendo muita água, mesmo coberto de repelente era preciso dar uns tapas nos mosquitos. A concentração deles no parque é absurda. E olhe que era manhã!

Segui até encontrar um novo oásis visual.

Vista indescritível

Vista indescritível

Vista indescritível

E retornei para o mato.

Meio do mato

Até que chego ao fim da lagoa. O lado oposto ao deck.

Destaque para o poste que fazia iluminação na época da Cimento Mauá e que, depois, já esteve completamente submerso.

Fim da lagoa

Destaque, também, para essa plantinha louca:

Plantinha louca

O caminho de volta eu fiz apreciando os detalhes do solo como, por exemplo, essa comprovação de que tudo aquilo já esteve debaixo d’água:

Solo que já esteve submerso

Conchas de caramujos são fáceis de encontrar. Friso, porém, que não se recomenda tocar nelas.

Concha de caramujo

Em parte do caminho, essas florezinhas amarelas formam um detalhe todo especial:

Decoração florida

Decoração florida

Já de volta à escada, era hora do café-da-manhã.

Café-da-manhã

Descansei um pouco e segui para a Trilha do Vulcão, que também sai do deck principal. Mesmo nela, lá em cima, era possível ver vestígios de que o solo dali já esteve submerso.

Solo que já esteve submerso

Eis que chego ao vulcão! Sim, não é a imagem tradicional que você tem de uma montanha com um buraco no topo que jorra lava, mas nessa abertura na terra também funcionavam atividades vulcânicas há milhões de anos.

Vulcão extinto

Entre essas madeiras, havia uma placa informativa. Mas… Enfim!

Placa fantasma

Retornei ao deck e passei por ele e pelo painel do tatu até observar esse morro:

Morro doido

Imaginei que o visual lá de cima seria bacana, subi e fui sendo cada vez mais recompensado conforme me estendia.

Vista do topo do morro

Vista do topo do morro

Vista do topo do morro

Desci e retornei à “área urbana” do parque, lá em frente à garagem da Mauá.

No local, um imenso galpão, também herdado da Mauá, que deveria funcionar em prol do parque. Porém, estava trancado e abandonado. Uma pena!

Porta trancada do galpão

Interior do galpão

Também trancadas e abandonadas estão essas 3 salas que deveriam funcionar como laboratórios das 3 principais áreas de estudo do parque: paleontologia, arqueologia e geologia.

Sala abandonada

Sala abandonada

Sala abandonada

Ao lado do galpão, uma sala de aula onde já acompanhei várias palestras, especialmente dos renomados biólogo Luis Otávio Castro e paleontóloga Lilian Bergqvist.

Sala de palestras

Sala de palestras

Aliás, são vários os profissionais que já fizeram algum estudo no parque. Dentre eles, a conceituada arqueóloga Maria Beltrão.

Um pouco mais à frente, essa varanda bacana que já recebeu alguns eventos:

Varanda

E um pequeno museu com registros históricos do parque. Infelizmente, também estava trancado. Mas segue a imagem da principal atração de lá: uma réplica em tamanho real da preguiça gigante.

Museu do parque com réplica da preguiça gigante

Achou pequena para uma “gigante”? Como eu disse, a réplica é em tamanho real, mas é de um filhote da espécie.

O parque conta até com banheiros masculino, feminino e específico para deficientes. Mas, é claro que estavam todos trancados.

Banheiros

Banheiros

Ali em frente, outra arte do Maurilio.

Painel do jacaré

O que me surpreendeu positivamente, em termos estruturais, foi o fato de o local agora contar com um posto da Guarda Ambiental, onde os visitantes poderão recorrer para tirar dúvidas e pedir apoio.

Guarda Ambiental

O ônibus me deixou na entrada do parque e também passa na mesma rua no retorno. Porém, conforme ia aguardando, decidi seguir a pé até a Praça de São José. E fui “de caminhada pela estrada, caminhando a pé”.

De caminhada pela estrada

No caminho, pausa para o registro da Sociedade da Música, que agitou São José com seus bailes na primeira metade do século XX e no início da segunda.

Sociedade da Música de São José

Ali em frente, esse coretozinho bacana:

Coreto

Vista do coreto

E chego à miúda pracinha de São José, onde aguardei o ônibus que me levaria para almoçar em casa e tomar um bom banho.

Pracinha de São José

Tem muito tempo que não vou em Itambi, é verdade. Porém, não há como fazer um relato sobre Itaboraí sem registrar os maravilhosos caranguejos colhidos, preparados e servidos lá mesmo no bairro da Bacia.

Caranguejada da Bacia

Caranguejada da Bacia

Para encerrar, nada melhor que a foto da bandeira que levarei para sempre em meu coração:

Bandeira de Itaboraí

Sobre Itaboraí, acesse também o relato de Voo de balão


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Acesse todos os relatos em: Explorações

Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

8 Comments:

  1. Lenilson Neves da Costa

    Parabéns pela excelente matéria, foi bom rever algumas imagens que fizeram parte da minha infância e parte da adolescência nesta cidade onde morei entre 1965 e 1975, de onde saí aos 16 anos. Gostaria de lembrar que Itaboraí também já teve uma famosa fonte de água mineral chamada Ferma.

  2. Parabéns pela postagem,! Realmente dói o coração ver Itaboraí nesse estado de total abandono! Não é nessa gestão, mas nas passadas que não cuidaram e não zelaram pelo patrimônio histórico de nossa cidade! Temos belos pontos do qual poderiam ser explorados e divulgados pelo turismo! Faltou dizer que nossa cidade já foi palco de várias novelas, dentre elas estupido cúpido e em São José, foi filmado parte do episódio a casa das 7 mulheres e carga pesada! Porém acho q as autoridades não fazem questão de divulgar a cidade! Mantê-la no anonimato encobre certos feitos!! Grande abraço! Bom fazer essa “viagem” !!

  3. Realmente um belo trabalho.Sensibilidade e prazer no que faz.Lindas fotos…pena que o cuidado não condiz com a beleza natural.Uma sugestão: trens(vagões) abandonados em Visconde e o túnel em Porto das Crianças, dariam outro belo trabalho.Vlw!!!

  4. Tânia Maria

    Parabéns! Realmente faz pena, tanto lugar bonito para ser visitado e tão abandonado.

  5. Foi o artigo mais explicativo que já li sobre o Parque Paleontológico de São José!
    Deu até vontade de conhecer.
    É triste ver o abandono, mas não me impressiona…

  6. Alessandra Belygut ⚜️

    Adorei as legendas das fotos 🕊️❤️

  7. Bom dia. Sensacional o passeio para quem gosta de caminhadas e trilhas como e’ o meu caso. Parabens pela bela exposicao da cidade e pelo sitio arqueologico.

  8. Vinicius Campbell

    Gostei do registro da toca do chacal que já faz parte da nossa história. Belo tour pela cidade. 👏🏻👏🏻 Triste ver o parque paleontológico e o “museu” totalmente abandonados.

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