MACAÉ/RJ – Sana

Viagem realizada em 01/08/2015 –

01h30min da manhã de um sábado. Normalmente, estou hidratando ou dormindo nesse horário. Mas foi quando eu acordei, após um cochilo de menos de 3h, para viajar rumo a Macaé. O destino? Sana, local que eu já havia visitado quando criança. Na ocasião, fiquei hospedado em um sítio de um amigo de mamãe. Pouco lembrava e pouco conheci. Era hora de retornar para explorar de verdade…

Aqui em frente de casa, esperei o amigo Leonardo Nehrer (ao qual me refiro como “Leopoldo”). No carro dele, a amiga Mariana e mais um casal. E fomos batendo papo até Casimiro de Abreu, quando paramos para um “café-da-madrugada”. De lá, deixamos a BR-101 para pegar uma rua com alguns “buraquinhos”. Em seguida, estrada de chão e, na chegada, paralelepípedo. Somada a pausa para encher a pança, foram menos de 3h de viagem entre Itaboraí e o local de abandono do veículo.

Rua

Rua

Por falar em veículo, dois chamaram atenção logo na chegada: uma Brasília verde bem conservada e um Fusca artisticamente decorado.

Brasília verde

Brasília verde

Fusca artístico

Fusca artístico

Fusca artístico

Fusca artístico

Optamos por deixar as cargas no carro antes mesmo de nos dirigir ao camping. E iniciamos a trilha rumo ao Peito do Pombo, pedra com aparência da ave que fica a cerca de 1.400m de altura. Seguimos apenas eu, Leopoldo e Mariana.

Eu, Leopoldo e Mariana

Eu, Leopoldo e Mariana

O início da caminhada é por uma tranquila rua que atravessa dois rios.

Rio

Rio

Rio visto por um "furinho" da ponte

Rio visto por um “furinho” da ponte

Rio

Rio

Mais à frente, se passa por uma base da Secretaria de Ambiente de Macaé e se chega a uma curva com esse visual maravilhoso:

Vista da curva

Vista da curva

Vista da curva

Vista da curva

Vista da curva

Vista da curva

Ali pertinho, um cuidado que deve ser tomado. Não com a trilha em si, mas com o Capeta.

Presença do Capeta

Presença do Capeta

O bicho é tão ruim que manda um aviso claro para você não cagar no caminho. Como é o Capeta que diz, melhor não arriscar. Se estiver com diarreia, deixe a trilha para outro dia!

Não cague na trilha!

Não cague na trilha!

Não cague na trilha!

Não cague na trilha!

Em seguida, outro informativo. Esse feito por humanos.

Informativo

Informativo

E a trilha vai, aos poucos, tomando forma.

Trilha

Trilha

Após cruzar algumas cancelas, já com cerca de 1h de caminhada, se passa por uma de onde se tem essa vista:

Visual lindo

Visual lindo

Visual lindo

Visual lindo

Visual lindo

Visual lindo

Decidimos fazer uma paradinha para contemplar a pedra, que já passava a se exibir para nós.

Vista para o Peito do Pombo

Vista para o Peito do Pombo

3 admiradores bobos da pedra

3 admiradores bobos da pedra

Pelo caminho, embora apenas uma nascente com fonte segura de água (na primeira meia hora de trilha, do lado direito), vários córregos surgem.

Córrego

Córrego

Córrego

Córrego

Até chegar a hora de cruzar um rio de verdade.

Rio

Rio

Rio

Rio

Já do outro lado da margem, uma confusão. Durante o trajeto, encontramos alguns colegas que nos alertaram sobre uma manada que corria atrás das pessoas. E chegamos em frente a ela. Vários bois e vacas nos encarando com semblante sério. Ficamos ali por um tempo estudado a forma que usaríamos para driblar a manada. A encarada era tão sinistra que não sabíamos se ríamos ou saíamos fora dali.

Manada mortal

Manada mortal

Abandonei a trilha e subi o morro para contornar os bois. E consegui.

Manada mortal

Manada mortal

A questão é que dali em diante, o caminho começava a dar lugar à mata fechada, sem qualquer indicação de por onde seguir. Como nos falaram que o percurso, embora difícil, fosse todo bem demarcado, desconfiamos que estávamos no lugar errado. E decidimos retornar. Só que para retornar, era necessário passar novamente pela manada…

Pedimos nova licença aos bois, e fomos andando no sentido contrário. Até avistar uma cerca, cruzá-la e seguir andando até outra cerca, que nos deu vista para o Peito do Pombo e uma trilha clara a ser seguida.

Vista para o Peito do Pombo

Vista para o Peito do Pombo

Fora a parte que nos perdemos, o caminho é tranquilíssimo tanto em orientação quanto em relação ao esforço físico exigido. Até essa cerca, qualquer pessoa pode fazer. Até essa cerca! Dali em diante, uma descidinha suave para apreciar a vista para a pedra. Aproveite-a, pois é o último ponto fácil do trajeto!

Vista para o Peito do Pombo

Vista para o Peito do Pombo

Vista para o Peito do Pombo

Vista para o Peito do Pombo

Na sequência, você entra em meio à mata. Não se preocupe com a orientação, pois a trilha é bem desenhada. A dificuldade está na exigência física. É cerca de 1h30min de subida exaustiva. Pedaços longos segurando raízes e com passos sempre acima dos joelhos. Inclusive, uns 5 pontos para subir com cordas.

Mas quando se chega lá em cima…

Peito do Pombo

Peito do Pombo

Peito do Pombo

Peito do Pombo

… se percebe que ainda não chegou. É necessária uma descidinha e uma subida final com corda. Aí, sim. Só não dá para descansar, pois o visual é tão maravilhoso que merece ser contemplado ponto a ponto.

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Com tanta beleza em volta, é até difícil saber em que lado olhar.

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

É possível rodar a pedra em 360°.

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

O Peito do Pombo é belíssimo. Vale, e muito, o sacrifício!

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

Vista do Peito do Pombo

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Vista do Peito do Pombo

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Vista do Peito do Pombo

Hora de relaxar aproveitando o visual.

Relaxando no Peito do Pombo

Relaxando no Peito do Pombo

Relaxando no Peito do Pombo

Relaxando no Peito do Pombo

Relaxando no Peito do Pombo

Relaxando no Peito do Pombo

 

Até o “teto” fica interessante…

"Teto"

“Teto”

O destaque são os habitantes lá de cima. Inúmeros calangos!

Calangada nativa

Calangada nativa

Calangada nativa

Calangada nativa

Calangada nativa

Calangada nativa

Enquanto estávamos relaxando, chegaram dois grupos lá em cima. A senha para saber quando alguém está chegando é fácil. É só ficar ligado nos xingamentos. Os mesmos que a gente profere na hora de descer. Afinal, embora seja muito mais rápida e tranquila, a descida exige bastante dos joelhos.

Fizemos o trajeto Pombo abaixo em menos da metade do tempo de subida. E seguimos direto para a linda Cachoeira da Mãe.

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cachoeira da Mãe

Cansadão já no fim da tarde, hora de rumar ao Camping do Poço para armar as barracas e tomar um bom banho. O local é bem bacana, conta com chuveiros quentes e frios, além do atendimento do Russo e de sua afilhada Emily, uma garotinha bem engraçada.

Camping do Poço

Camping do Poço

Camping do Poço

Camping do Poço

Cheirosinhos, eu, Leopoldo, Mariana e o outro casal fomos invadir a noite do Sana. Para começar, demos uma passada na Feira de Artesanato CriaSana.

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

O local conta com uns produtos bacanas, além de exposição e um palco para apresentações.

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Feira de Artesanato CriaSana

Nosso lanche foi no Point das Pizzas, onde começamos a hidratação e papamos uma lasanha de frango com 7 queijos (gorgonzola, prato, mussarela, minas, parmesão, cheddar e catupiry)! Delícia!

Point das Pizzas

Point das Pizzas

Hidratação

Hidratação

Lasanha de frango com 7 queijos!

Lasanha de frango com 7 queijos!

Dali, sobramos apenas eu e Leopoldo. E fomos rumo ao Boteco da Diretoria continuar a hidratação, acompanhada de um mocotó sensacional da tia Luzy. Coisa linda!

Hidratação

Hidratação

Hidratação

Hidratação

Ao lado de nossa mesa, vale o registro da igreja central do Sana.

Igreja

Igreja

Morgadões, fomos para nossas “casas”. Antes, no entanto, tomei a saideira batendo papo com Russo e Emily.

Chega o dia seguinte, e, como sempre ocorre em campings, me levanto bem cedo. E decidi conhecer o local que dá nome ao Camping do Poço. É uma escadinha super traquila por trás dos banheiros que deixa nessa coisa linda:

Poço do Camping do Poço

Poço do Camping do Poço

Poço do Camping do Poço

Poço do Camping do Poço

Hora do café-da-manhã. Bem em frente ao camping, tem um restaurante chamado Puro e Simples. No dia anterior, retornando das trilhas, passamos lá em frente e vimos um curso de culinária vegetariana. O cardápio deles era atrativo e decidi entrar para lanchar. Pedi uns pãezinhos com ovo e queijo e com queijo e banana. Fui muito bem atendido!

Café-da-manhã vegetariano

Café-da-manhã vegetariano

De lá, segui rua adiante.

Rua

Rua

Até que os joelhos reclamavam um pouco e eu percebia que precisava relaxar antes de encarar outra trilha. E encontrei um lugar perfeito para isso no Trailer da Ilha. Quando vi aquele torresmo fresquinho, logo me apaixonei. Ali mesmo fiquei, conversando com os donos e com novos amigos que surgiam. Isso tudo entre uma hidratação e outra.

Hidratação

Hidratação

Relaxado, hora de seguir a exploração pelo Sana. Primeira parada: Cachoeira do Escorrega, a de acesso mais fácil do local. São apenas 6 ou 7min do trailer até lá. O monumento é muito bacana, sendo literalmente um toboágua natural. Me lancei nele inúmeras vezes!

Cachoeira do Escorrega

Cachoeira do Escorrega

Cachoeira do Escorrega

Cachoeira do Escorrega

Cachoeira do Escorrega

Cachoeira do Escorrega

Logo acima, há outro pocinho bacana.

Poço

Poço

Poço

Poço

Meu destino era as cachoeiras do Pai e do Filho (não, não tem Cachoeira do Espírito Santo!), as quais eu já havia passado rapidamente no dia anterior rumo à da Mãe, mas não havia feito registros. No entanto, percebi uma trilha secundária e me lancei nela, abandonando a principal. E fui explorando algumas quedas d’água bem bacanas.

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Até que tive que sair correndo desse poço abaixo. Assim que levantei do mergulho, um casal na outra margem me alertou de uma cobra bem próxima. O local é tão lindo que até os répteis vão visitar. É bom ter cuidado!

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

E fui seguindo a trilha. Ao contrário da principal, que é bem tranquila, essa tinha seus pontinhos chatos, com várias pedras e lamaçais escorregadios. Mas tudo valia a pena com os poços maravilhosos que surgiam.

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Esse abaixo foi um que preciso destacar. Lindo demais!

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Local perfeito para dar uma relaxada. Tinha até decoração…

Decoração do rio

Decoração do rio

Adiante, mais poços lindos.

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Rio Peito de Pombo

Como não poderiam faltar em cachoeiras, os monumentinhos de equilíbrio por lá estavam:

Monumentinhos de equilíbrio que por lá estavam

Monumentinhos de equilíbrio que por lá estavam

Até que, em meia hora de trilha a partir do desvio da principal, chego ao Recanto das Borboletas. Talvez os insetos estivessem de folga. Mas e daí? Eu estava lá para aproveitar por eles!

Recanto das Borboletas

Recanto das Borboletas

Recanto das Borboletas

Recanto das Borboletas

Recanto das Borboletas

Recanto das Borboletas

Persistindo ainda mais na trilha, se chega à Cachoeira Inclinada. Outro pocinho lindo!

Cachoeira Inclinada

Cachoeira Inclinada

Cachoeira Inclinada

Cachoeira Inclinada

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A fome foi batendo, e era hora de encher a pança. Refiz a trilha no sentido inverso e fui parar no Restaurante Macaxeira, onde, por 15 reais, se come uma comidinha caseira muito bem feita.

Restaurante Macaxeira

Restaurante Macaxeira

Restaurante Macaxeira

Restaurante Macaxeira

De lá, hora de “implodir a casa”, se despedir do Russo, da Emily e do Sana, rumo a Itaboraí.


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

Um Comentário:

  1. Viviane Fortuna

    Que lindo o Recanto das Borboletas! Ainda não conheço o Sana e fiquei doida pra conhecer!

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