PARATY/RJ – Cachoeira do Rio Grande

Viagem realizada em 25/09/2015 –

Último fim de semana de férias e decido rumar ao Saco do Mamanguá para rever seu Orlando, uma figura mitológica de Paraty, e explorar a Cachoeira do Rio Grande, que eu ainda não conhecia.

Saí de casa às 10 da noite da sexta-feira dia 25, e, após encontrar com o guia Laésio e o grupo da Adrenalina na Rodoviária Novo Rio, no Rio de Janeiro, partimos para chegar à Paraty Mirim, nosso limite terrestre, pouco antes das 6 da manhã do sábado. E foi lá que, debaixo de uma chuva que não dava trégua, seu Orlando veio nos receber.

O bobo e seu Orlando

O bobo e seu Orlando

Ele chegou a perguntar se estávamos mesmo dispostos a acampar. Afinal, estávamos contando em ver a Superlua, fenômeno no qual a Lua cheia fica mais próxima da Terra e aparenta ter um tamanho maior.  A viagem já estava marcada há muito tempo e não havia como prever o mau tempo. Mas, como já estávamos lá, obviamente demos continuidade ao passeio.

Entramos no barco de seu Orlando e fomos rumo à Praia do Cruzeiro, onde fica a propriedade dele e, logo, o nosso camping. Montei a barraca e me separei do grupo. O destino de Laésio com a galera era o Pico do Pão de Açúcar, onde eu já havia ido em 2014. Meu foco ficava do outro lado. E para lá fui…

Início do caminho

Início do caminho

No início, não estava sozinho. O amigo Teteco (ele mesmo, o Totó do post do Saco da Mamanguá) fez questão de me acompanhar e de me lembrar o caminho.

Teteco: o guia

Teteco: o guia

Teteco: o guia

Teteco: o guia

Teteco: o guia

Teteco: o guia

Cruzei a ponte…

Pontezinha

Pontezinha

E já sem o amigo, segui solitário com o visual da Ilha Grande ao lado.

Vista para a Ilha Grande

Vista para a Ilha Grande

E, mais à frente, da Ilha Pequena.

Vista para a Ilha Pequena

Vista para a Ilha Pequena

Vista para a Ilha Pequena

Vista para a Ilha Pequena

Final do primeiro trecho, e eis que dou de cara com uma obra. Fica aqui o meu recado para o proprietário da construção: me convide para um almoço assim que concluir os trabalhos!

Construção

Construção

Ali em frente fica um vilarejo com essa praia maravilhosa:

Praia linda!

Praia linda!

Praia linda!

Praia linda!

Praia linda!

Praia linda!

Bem em frente à Ilha Pequena:

Vista para a Ilha Pequena

Vista para a Ilha Pequena

Vista para a Ilha Pequena

Vista para a Ilha Pequena

Continuei adiante, e cheguei a outra prainha de vilarejo, observando, ao fundo, o Pico do Pão de Açúcar, onde os amigos já deviam ter chegado ao cume.

Prainha gostosa com o Pico do Pão de Açúcar ao funo

Prainha gostosa com o Pico do Pão de Açúcar ao funo

Prainha gostosa com o Pico do Pão de Açúcar ao funo

Prainha gostosa com o Pico do Pão de Açúcar ao funo

Destaque para o barquinho parado e, pouco depois dali, para essa casa abandonada:

Barco

Barco

Casinha abandonada

Casinha abandonada

Em seguida, uma faixinha de areia pequena no tamanho, mas grande na beleza.

Visual show!

Visual show!

Visual show!

Visual show!

Buracos de caranguejo também são visíveis pelo caminho…

Casinha de caranguejo

Casinha de caranguejo

Tem até uma mini-gruta para dar um charme no passeio.

Mini-gruta para dar o charme...

Mini-gruta para dar o charme…

Mini-gruta para dar o charme...

Mini-gruta para dar o charme…

E se chega a esse visual mágico das ilhas Pequena e Grande.

Vista para as ilhas Pequena e Grande

Vista para as ilhas Pequena e Grande

Vista para as ilhas Pequena e Grande

Vista para as ilhas Pequena e Grande

A próxima praia já é deserta.

Prainha deserta

Prainha deserta

Prainha deserta

Prainha deserta

Conta apenas com uma casinha abandonada.

Casinha sem população

Casinha sem população

Casinha sem população

Casinha sem população

Casinha sem população

Casinha sem população

O que há dentro dela? Eis a resposta:

Interior da casinha sem população

Interior da casinha sem população

Destaque, também, para essa pontezinha bacana:

Pontezinha

Pontezinha

Segui em frente e cheguei a uma bifurcação. Se eu virasse à direita, continuaria no Saco do Mamanguá. Mas meu destino era outro. E fui rumo a ele.

Cachoeira

Cachoeira

Trilha

Trilha

Até aqui, eu já havia andado por cerca de 1h20min, obviamente contando as pausas para fotos e hidratação (de água, neste caso). A trilha é tranquila até este ponto. Dali em diante é que surgem os obstáculos e o chão mais escorregadio. O engraçado, aliás, é a troca de terrenos. Você está em uma praia, de repente se vê em uma mata fechada e sai nesse cenário louco aí:

Cenário louco

Cenário louco

Cenário louco

Cenário louco

O mangue já aparecia para dar “oi”.

Mangue

Mangue

Exceto pela mosquitada, que ataca forte, o visual ali é simplesmente mágico!

Visual mágico

Visual mágico

Se você não tem boa noção de orientação e quer fazer essa trilha, fique tranquilo! Essa placa abaixo ajuda bastante:

Placa extremamente informativa e necessária

Placa extremamente informativa e necessária

E chego ao Poço de Baixo.

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

O local é bonito demais e perfeito para relaxar. Ainda mais estando eu completamente sozinho.

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Entre um mergulho e outro, fiquei por um bom tempo deitado na pedra e registrando aquele paraíso ao meu redor.

Poço de Baixo

Poço de Baixo

Arredor do Poço de Baixo

Arredor do Poço de Baixo

Arredor do Poço de Baixo

Arredor do Poço de Baixo

Retorno para a trilha a fim de seguir em frente, e me deparo com outra casinha desabitada.

Casinha desabitada

Casinha desabitada

Casinha desabitada

Casinha desabitada

Casinha desabitada

Casinha desabitada

Pelo menos, tinha um violão para me dar boas vindas…

Solando

Solando

E, cerca de apenas 15min depois do Poço de Baixo, contando a tentativa de solar em um violão sem cordas, chego ao meu objetivo: a Cachoeira do Rio Grande.

Cachoeira do Rio Grande

Cachoeira do Rio Grande

Cachoeira do Rio Grande

Cachoeira do Rio Grande

Fiquei lá por um bom tempo. Machuquei até o ombro, quando um sapo pulou em cima da minha mão e eu me assustei, chegando a escorregar da pedra e engolir água. Mas era hora de retornar para o camping…

A chuva, no entanto, apertou. Mas deu para fazer algumas fotos nessa aldeiazinha vazia próxima ao encontro do rio com o mangue.

Aldeiazinha vazia

Aldeiazinha vazia

Aldeiazinha vazia

Aldeiazinha vazia

Aldeiazinha vazia

Aldeiazinha vazia

Aliás, como São Pedro não parava de mijar, acabei me abrigando por uns 20min nessa mansão aí:

 

Refúgio

Refúgio

Senti que a chuva não iria parar, e só esperei uma trégua dela para retornar assim mesmo. Fui fazendo o caminho inverso à cachoeira e, já na primeira prainha de vilarejo, encontrei uma turma trabalhando na construção de uma igreja. Me enturmei e acabei indo almoçar na casa da dona Martinha, que me recebeu maravilhosamente bem e me deu uma comidinha perfeita!

Comidinha nota 10!

Comidinha nota 10!

O bobo e dona Martinha

O bobo e dona Martinha

De pança cheia, retornei fazendo uns registros dos urubus.

Book dos urubus

Book dos urubus

Book dos urubus

Book dos urubus

Book dos urubus

Book dos urubus

Book dos urubus

Book dos urubus

Reencontrei a turma e estavam todos jogando bola. Mas eu já estava cansado demais e preferi ficar relaxando. Tomei um banho e, já de noite, partimos para o churrascão. Cada um levou um pouco de carne e assamos ali mesmo no restaurante do camping, onde ficamos até depois do apagar das luzes…

Churrascada

Churrascada

Após uma noite com uma barulhada forte de sapos e um que chegou a invadir a minha lona, chega o domingo. Embora o Teteco ainda quisesse dormir mais…

Teteco sonolento

Teteco sonolento

Rumei, agora junto ao grupo, para a praia onde fica a mansão do filme Crepúsculo. Revi o Tobi, outro cãozinho bem bacana, que adora roubar as coisas da galera e sair correndo com elas na boca, e seguimos, via mar, até essa bela praia aí:

Prainha linda! Foto: Vinícius Pinto

Prainha linda! Foto: Vinícius Pinto

Junto à galera, demos alguns saltos do trapiche.

Salto. Foto: Vinícius Pinto

Salto. Foto: Vinícius Pinto

Salto. Foto: Vinícius Pinto

Salto. Foto: Vinícius Pinto

E deu a hora. Tomar banho, implodir a casa, almoçar e ir embora…

Geral no barco. Foto: Vinícius Pinto

Geral no barco. Foto: Vinícius Pinto

Antes de retornar ao Rio, como já é tradição quando estamos por ali, fizemos uma pausa no Bar do Chuveiro para comer uns bons pasteis…

Pastelzinho do Bar do Chuveiro

Pastelzinho do Bar do Chuveiro

Sobre Paraty, acesse também os relatos de Trindade e Saco do Mamanguá.


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Mais fotos do amigo Vinícius Pinto podem ser acessadas no blog Vamos Trilhar

Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

3 Comments:

  1. Maravilha, Paula! Vou todo ano lá no Camping do Seu Orlando. Paraty é linda demais. Temos outro post aqui no blog sobre o Pico do Pão de Açúcar e outras áreas do Saco do Mamanguá com mais fotos.

  2. Olá!!!!!!
    Sou apaixonada por Paraty já fui algumas vezes, e somente na minha última visita conheci a região do saco do mamanguá e fiquei louca para desbravar aquela área massss estava em uma escuna e o roteiro e o tempo no passeio não fui eu que defini. Quando reunirem o grupo avisa a colega aqui!!!!!!!

  3. Lindo o book dos urubus! hahaha Deve ter sido muito legal essa aventura! Belas imagens!

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