PARATY/RJ – Saco do Mamanguá

Viagem realizada em 10/10/2014 –

Parti para o Rio de Janeiro a fim de encontrar o guia Laésio, que levaria eu e mais cerca de 20 pessoas até o Saco do Mamanguá, um fiorde maravilhoso na cidade de Paraty. Se não entendeu uma certa palavrinha na última frase, não se culpe. Quase ninguém sabia que fiorde é um golfo encurvado e profundo que se situa entre cadeias de montanhas. Mas isso é o de menos!

Pouco depois da saída da Rodoviária Novo Rio, o ponto de encontro, já passamos pela primeira cena de Adrenalina (em maiúscula por analogia à empresa turística do Laésio). Foi na Avenida Brasil, quando ficamos em meio a um tiroteio e fomos obrigados a retornar e pegar um caminho alternativo, passando pela Dutra e Arco Metropolitano.

Após mais de quatro horas de viagem, incluindo uma parada para uma leve urinada coletiva em um posto de gasolina, já na estrada de chão podíamos observar os primeiros sinais da manhã que viria.

Dia amanhecendo

Dia amanhecendo

Chegando ao limite de onde os carros poderiam ir, descemos para apreciar a maravilhosa praia de Paraty Mirim.

Paraty Mirim

Paraty Mirim

Em seguida, fomos apresentados ao seu Orlando, um nativo mitológico que iria nos abrigar em seu camping.

Seu Orlando: o mestre

Seu Orlando: o mestre

Primeiro entramos em um pequeno barco, com capacidade para umas 5 pessoas.

O mestre atracando o barco

O mestre atracando o barco

Só em seguida subimos ao “barcão”, onde ficamos esperando toda a turma para partir.

O bobo, a Erica e a Cintia

O bobo, a Erica e a Cintia

Foram cerca de 30 minutos avistando cenários como esse:

Visual nota 11

Visual nota 11

Até que atracamos, nos dirigindo ao camping para armar nossas barracas. Em seguida, já acomodados, partimos rumo ao Pico do Pão de Açúcar. Uma trilha absurdamente cansativa. É uma hora de subida, sendo 400 metros com 90% do caminho bastante inclinado. São raras as vezes que você dá um passo na horizontal. Mas, chegando próximo ao pico, compensa. E muito!

Fiorde do Saco de Mamanguá

Fiorde do Saco de Mamanguá

Fiorde do Saco de Mamanguá

Fiorde do Saco de Mamanguá

Permanecemos um tempo lá em cima para apreciar aquela obra de arte e fazer vários registros.

Pico do Pão de Açúcar

Pico do Pão de Açúcar

Pico do Pão de Açúcar

Pico do Pão de Açúcar

Na descida, mais sacrifício. Devido ao terreno bem inclinado, era preciso atenção constante para não escorregar. E muito contato das mãos com as árvores para apoio. Até que chegamos à Praia do Cruzeiro, na frente do nosso camping.

Praia de Seu Orlando

Praia do Cruzeiro

Após o almoço, fomos andando, passando pelo trapiche no qual atracamos pela manhã. Sempre acompanhados do nosso guia Totó, um cãozinho super dócil, que eu, claro, já estou com saudades.

Totó, o verdadeiro cão-guia

Totó, o verdadeiro cão-guia

Paramos para fazer uma hidratação no Bar do Cruzeiro. Mas, com a cerveja quente, fomos obrigados a tomar realmente umazinha só. Tomara que tenhamos mais sorte da próxima vez, porque a decoração do bar é bem bacana.

Bar do Cruzeiro

Bar do Cruzeiro

Já mais tarde, depois de conseguir gelo, retornamos lá pra comprar mais latinhas, as quais bebemos até as 22 horas.

Hidratação

Hidratação

Paramos cedo, pois nesse horário é desligado o gerador elétrico do camping, que sustenta as luzes do banheiro e uma outra que nos iluminava no pequeno restaurante de frente para o fiorde. No escuro, fomos dormir.

No escuro, também acordei. Não eram nem 5 da manhã quando levantei após uma bela noite de sono em minha barraca, e, embora voltados para o Oeste, fui premiado com esse cenário do amanhecer.

Amanhecer

Amanhecer

Tomei café e fui com três amigas em direção ao final do fiorde, passando pelo Bar do Cruzeiro. O início do caminho, que dá para umas pousadinhas, é até cimentado.

Acessibilidade total

Acessibilidade total

Em seguida, acaba a urbanização e começam as pedras e pequenos obstáculos. Avançando, passamos por duas vilas de pescadores que têm a “infelicidade” de acordar todos os dias com vistas como essa:

Vista de uma das vilas de pescadores

Vista de uma das vilas de pescadores

Conforme íamos andando, apareciam essas praias “horrorosas”:

Praia "horrorosa"

Praia “horrorosa”

Chegamos, enfim, ao aniversário do Fernando. Um botafoguense que não tivemos a oportunidade de conhecer, mas que valeu pelo papo com os convidados da festa dele. E pelos registros em frente à sua casa.

Visual da casa do Fernando

Vista da casa do Fernando

Infelizmente, devido ao horário, não poderíamos mais avançar. O Laésio havia marcado o início das atividades com o grupo para 9 da manhã, quando rumaríamos a uma praia do lado oposto ao qual estávamos. E, após mais de uma hora andando, precisávamos retornar para chegar a tempo. Mas não sem antes eternizar aquele momento, claro!

Saco do Mamanguá

Saco do Mamanguá

Saco do Mamanguá

Saco do Mamanguá

De volta, partimos para o outro lado, agora com o grupo. Mas o guia não foi Laésio, foi o Totó, que nos levou à praia do seu amigo Tobi.

Totó e Tobi

Totó e Tobi

De início, fui em direção às pedras mergulhar junto aos vários peixes que por lá nadavam.

Praia do Tobi

Praia do Tobi

Na sequência, pausa para foto nessa mansão de praia. Se você acompanhou a saga Crepúsculo, a conhece. Foi a casa de praia que o Edward levou a Bella. E, se tiver R$ 7 mil para pagar pela diária, melhor ainda. Você pode se hospedar lá!

Mansão do Crepúsculo

Mansão do Crepúsculo

Mansão do Crepúsculo

Mansão do Crepúsculo

Dali, fui explorar o outro lado, novamente contornando pedras e chegando a uma praia pequena, mas maravilhosa, de pouco mais de 15m de extensão. Pena minha máquina não ser à prova d’água para eu registrar o visual, mas compartilhem este blog para eu chegar a 10 milhões de acessos, ganhar dinheiro e comprar uma, que prometo voltar lá para registrar aquela coisa espetacular…

No retorno para o almoço, a mesma delícia do dia anterior: filé de peixe. No entanto, era hora de “implodir a casa”.

Implodindo a casa

Implodindo a casa

Na despedida, mais histórias (e estórias) de seu Orlando, que nos levou à Paraty Mirim, de onde reencontramos os carros. Ele chegou até a dizer que o nome do lugar, Mamanguá, é porque lá tem dois picos que, juntos, parecem uma mama. Genial!

Seu Orlando nos levando pra fora do paraíso

Seu Orlando levando a galera pra fora do paraíso

Sobre Paraty, acesse também os relatos de Trindade e Cachoeira do Rio Grande.


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma...

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