SÃO GONÇALO/RJ

Passeios realizados em 29 e 31/10/2017

Às 7h40, eu já estava aguardando o ônibus que me levaria de Itaboraí ao bairro gonçalense de Alcântara. Domingo, tudo levava a crer que a viagem seria rápida. Porém, após 10min de espera, dei a “sorte” de pegar um cata-corno. Fui parando em todos os pontos e só cheguei ao ponto final às 8h30.

Alcântara é, sem dúvidas, um dos locais urbanos mais horrorosos do Brasil. Para não deixar sem registro, segue uma foto do “viaduto-rodoviária”, símbolo do local.

“Atração turística” de Alcântara: o viaduto-rodoviária

Segui direto para pegar o próximo ônibus que me levaria ao distrito de Santa Isabel.

Pracinha no caminho para Santa Isabel

Às 9h em ponto, horário marcado pelo organizador do passeio Serginho Gomes, encontro a turma (cerca de 40 pessoas) na pequena pracinha de Santa Isabel.

Praça de Santa Isabel

Praça de Santa Isabel

O que não era pequeno era a quantidade de lixo derramado nela. Um verdadeiro chiqueiro!

Lixo

O visual, porém, começa a melhorar agora. E muito! Estacionamos em frente a um laranjal tentador, já com vista para o nosso destino ao fundo: o Alto do Gaia.

Vista para o laranjal

Vista para o laranjal com o Alto do Gaia ao fundo

Vista para o laranjal com o Alto do Gaia ao fundo

A simplicidade da rua combinava com a beleza de suas margens.

Ruazinha simples e bonita

Lado direito da rua

Lado esquerdo com vista para o Gaia

Em frente, os portões da empresa de materiais de construção Lafarge.

Lafarge

Lafarge

Viramos à esquerda e avançamos pelo caminho.

Início da caminhada

O mágico Gaia vai o tempo todo nos acompanhando.

Paisagem foda

Foto do Serginho tirando foto da paisagem foda

O lado oposto também tem seu charme.

Outro lado da rua

No fim da rua, cruzamos a porteira à direita e seguimos em frente.

Deixando a porteira para trás

No meio do verde, uma belíssima flor surge isolada.

Florzinha de boas-vindas

Mais à frente, outras aparecem para colorir o já lindo visual.

Mais florezinhas de boas-vindas

Eis que chegamos ao primeiro daqueles locais que alguém acha bonito, sobe para tirar foto e, de repente, todos resolvem tirar também. Essa pedra aí (ou rocha, se você for geólogo):

Primeira pedra louca

Para não ficar esperando, decidi compartilhar o registro com outros colegas.

Formando trio para poupar a fila

Continuando a subida, chegamos à primeira área com visual aberto.

Paisagem bacana

Paisagem bacana

E seguimos pela trilha…

Trilha

Até outra abertura na mata, com um belo touro bancando o modelo para embelezar ainda mais o ambiente.

Touro-modelo

Touro-modelo

O verde do local é bem bonito.

Verde gonçalense

Verde gonçalense

Verde gonçalense

Olhando para trás, já era possível ver uns colegas bem mais acima.

Turma de cima

Mas decidi fazer mais alguns registros dos “joelhos” do Gaia.

Joelhos verdes do morro

Joelhos verdes do morro

Abaixo, uma formação rochosa que, de perfil, lembra a Pedra da Bruxa de São Thomé das Letras. Na verdade, parece mais com aqueles guerreiros brancos de Star Wars que não sei o nome. Enfim… Só sei que é muito bacana!

Pedra bacana

Enquanto uma galera foi até lá, preferi modelar com a pedra ao fundo…

Modelando

E com o restante da paisagem também.

Modelando

Modelando

Modelando

De volta à trilha, fomos subindo…

Trilha

Acompanhados por um visual cada vez mais lindo.

Visual foda

Visual foda

Visual foda

Eis que, um pouco mais abaixo, surge outra daquelas pedras que convidam para um registro. E lá vou eu!

De cima da pedra

De cima da pedra

Quando retorno à trilha, vejo paradas as diversas motos que passavam pela gente o tempo inteiro. O Alto do Gaia também é muito procurado pelos trilheiros de duas rodas.

Turma das motos

E segui avançando…

Trilha

Dando um “oi’ para o joão-de-barro…

João-de-barro’s home

E para a manada…

Manada gente boa

Sem sal grosso para fazer churrasco, decidi me infiltrar e virar amigo deles.

Me infiltrando na manada gente boa

Me infiltrando na manada gente boa

Seguindo em frente, depois de 3h, finalmente lá estava eu em meu destino.

Vista do Alto do Gaia

Vista do Alto do Gaia

Vista do Alto do Gaia

Como sempre, parei bastante para bater papo e tirar fotos. Quem for direto, com rápidas paradas para respirar e beber água, acredito que leve pouco mais de 2h até o cume.

Lá de cima, é possível ver o Rio de Janeiro com o Cristo Redentor, a Pedra da Gávea e a Baía de Guanabara com a Ilha de Paquetá, além das cidades de São Gonçalo e Itaboraí.

Vista do Alto do Gaia

Vista do Alto do Gaia

Vista do Alto do Gaia

Após o lanche, hora de sentar e deitar para relaxar diante daquele visual maravilhoso.

Apreciando o visual

Apreciando o visual

Apreciando o visual

Um registro com o Serginho…

Eu e Serginho

E outro com a turma toda.

A turma

Ficamos por mais de 2h lá em cima batendo papo e respirando aquele ar puro com o visual mágico de São Gonçalo.

Atrás de nós, esse coqueiro louco:

Coqueiro louco

O forte calor deu lugar a um vento úmido. E chegou a hora de descermos.

Me despedindo do visual

Me despedindo do visual

Me despedindo do visual

Antes, aquela olhada para trás no fim da trilha.

Dando um até breve para o cume do Gaia

Na descida, mais fotos com os amigos da manada. Infelizmente, eles se recusaram a me passar seus Facebooks para marcá-los. Mas ficaram marcados em meu coração.

Turma da manada

Turma da manada

Destaque, também, para outra casa de joão-de-barro.

Another joão-de-barro’s home

Já lá embaixo, o sentimento era um misto de saudades de estar indo e de felicidade de ainda estar ali.

Vista para o Alto do Gaia

Vista para o Alto do Gaia

Não poderia ir embora sem materializar o clássico de Sérgio Reis, claro!

O menino da porteira

O menino da porteira

E era hora de “emborear”…

Emboreando

Destaque para o Sol tentando brincar de pique-esconde por trás das nuvens.

Pique-esconde solar

De volta a esse campo de cevada que não era de cevada, tive que me misturar a ele e imaginar como seria se fosse realmente de cevada:

Campo de cevada que não era de cevada

Já de volta à frente da Lafarge, vai o registro do belo verde do outro lado da empresa.

Verde do outro lado

Verde do outro lado

Como em uma boa trilha sempre perdemos muitas calorias, era hora de repor com um açaí sinistrão.

Açaí sinistrão

Dia 31

Dois dias depois da expedição ao Gaia, fui a Niterói resolver umas questões e aproveitei para registrar outros pontos de São Gonçalo. Começando por esse:

Paisagem bacana de São Gonçalo

À frente, o Piscinão, que era para ser um dos pontos de lazer da cidade, mas que o Poder Público faz questão de deixar fechado e abandonado.

Piscinão abandonado

A vista gonçalense para a Baía de Guanabara, claro, não poderia faltar. Destaque para os inúmeros barquinhos de pescadores.

Barcos de pescadores

Barcos de pescadores

Barcos de pescadores

Para completar, um visual já sem os barquinhos.

Baía de Guanabara

Baía de Guanabara


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

Um Comentário:

  1. Adelir Nunes

    Show de bola!♥

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