SÃO THOMÉ DAS LETRAS/MG

Viagem realizada em 15/05/2015 –

Noite de sexta-feira e saio de Itaboraí, por volta das 23h, rumo ao Rio de Janeiro, onde iria me encontrar com o guia Laésio e a galera do Adrenalina. Nosso destino seria São Thomé das Letras, uma cidade mineira marcada pelo ar místico e por suas belezas naturais e artesanais, para onde partimos em comboio de um carro e uma van.

Eu tinha dormido mal a semana inteira. Nisso, acabei cochilando por duas horinhas, até acordar em um posto de gasolina, já próximo a Três Corações, onde paramos. De cara, nos surpreendemos com o frio. Já esperávamos temperaturas baixas à noite, mas eram 6 da manhã e o termômetro do posto marcava 4°C, o que me obrigou a colocar um casaquinho.

Alguns caminhoneiros que estavam lá riram bastante quando eu disse que estávamos indo direto para as cachoeiras. Um chegou a perguntar: “por que isso? Vocês gostam de se foder?”. E, nesse clima, seguimos pela estrada…

Estrada

Estrada

Estrada

Estrada

Chegando e Três Corações, fizemos uma paradinha na Panificadora Paraíso, onde tivemos o desprazer de presenciar o óbito de um passarinho que se chocou contra o vidro da entrada. Mas tive, também, o prazer de conversar com o Luís Antônio, um nativo bem bacana, enquanto a galera comia os lanches baratinhos da padaria.

Panificadora Paraíso

Panificadora Paraíso

Três Corações

Três Corações

De volta à van, de volta à estrada…

No caminho, já em São Thomé, tínhamos o prazer de avistar várias colinas de rocha. Uma visão indescritível!

Vista das rochas são thomé

Vista das rochas são thomé

Vista das rochas são thomé

Vista das rochas são thomé

Por fim, chegamos ao limite de onde nossos carros podiam ir em nosso primeiro destino. Nessa fazendinha maravilhosa:

Início da caminhada ao Vale das Borboletas

Início da caminhada ao Vale das Borboletas

Início da caminhada ao Vale das Borboletas

Início da caminhada ao Vale das Borboletas

Início da caminhada ao Vale das Borboletas

Início da caminhada ao Vale das Borboletas

Como é de praxe, quando alguém observa um ponto bacana para tirar fotos, todos fazem fila. Entrei na espera e subi nessa pedra para fazer minhas poses.

Vista para rochas são thomé

Vista para rochas são thomé

Vista para rochas são thomé

Vista para rochas são thomé

Ali, já começamos a ter contato com algo que seria extremamente comum na cidade: casas de cupim. Ou melhor: condomínios, já que são tantos e todos muito grandes.

Cupinzeiros

Cupinzeiros

Cupinzeiro

Cupinzeiro

E, após uma trilha levíssima de menos de 10min, lá estávamos no Vale das Borboletas.

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Nem se eu pesquisar em vários dicionários, encontro uma palavra para descrever aquilo lá. Duas quedas d’água lado a lado, sendo uma mais grossa, oriundas de um riacho e desaguando em uma lindíssima piscina natural.

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

O Solzinho apareceu e elevou um pouco a temperatura, mas os ventos e a altitude (São Thomé é uma cidade serrana) a forçavam a ficar na casa dos 11, 12°C. Nisso, muitos amigos optaram por ficar encasacados e apenas observando o local, sentindo a paz de espírito extraordinária que aquele lugar nos trazia. No entanto, aos poucos a galera começou a arrancar a roupa para se aventurar. E é claro que eu estava nesse grupo!

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Eu sou bastante resistente ao frio. Mas confesso que me espantei com o fato de que quanto mais eu me molhava, menos frio eu sentia, em plenos 11°C. Para alimentar as lendas do local, deixemos a explicação por conta da misticidade…

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

A mesma piscina era abastecida, ainda, por outra quedinha d’água, menor na espessura, mas igual na beleza.

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

Vale das Borboletas

A fazendinha que separava o Vale das Borboletas dos nossos carros tinha dois bares. Ambos com atendentes bastante simpáticos: o Tio Zé e o Borboleta Azul.

Bar do Tio Zé

Bar do Tio Zé

Bar Borboleta Azul

Bar Borboleta Azul

No Borboleta Azul, duas coisas me chamaram a atenção. A primeira foi esse sino artesanal, bem legal:

Sino do Borboleta Azul

Sino do Borboleta Azul

A segunda foi, claro, as cachaças, as quais me ofereceram duas doses. Uma de morango, que acabei não tomando, dando para o amigo Washigton. E outra de abacaxi, maracujá e limão, que eles chamam de “Néctar dos Deuses”. Tão boa que eu trouxe aqui pra casa:

Néctar dos Deuses

Néctar dos Deuses

Embora já estivéssemos no município, só quando voltamos a estrada rumo à nossa próxima parada que cruzamos o portal. O monumento seria lindo, se não tivesse sido pichado por filhos da puta. Mas valeu como cartão postal das pedras são thomé (também chamadas de pedra sabão), que dão nome à cidade por ela ser a maior extratora desse mineral no país.

Portal de São Thomé das Letras

Portal de São Thomé das Letras

Cruzamos rapidamente a parte urbana do município e chegamos ao começo de outra trilha. A descida dessa também é facílima. Em pouco mais de 5min, você já tem a visão da Cachoeira Véu da Noiva.

Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu da Noiva

O local é maravilhoso. Mas tinha a água mais gelada de todas as cachoeiras em que visitamos na viagem. Uma sensação realmente congelante.

Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu da Noiva

Abaixo do Véu da Noiva, tem a Cachoeira Paraíso, onde pulamos das rochas para nadar até a Praia do Paraíso, uma faixa de areia maravilhosa que, talvez pela magia de São Thomé, era um dos poucos pontos que recebiam Sol naquele momento.

Praia do Paraíso e Cachoeira do Paraíso

Praia do Paraíso e Cachoeira Paraíso

Em seguida, retornamos à van para ir à Cachoeira do Flávio. A mais tranquila e fácil de se chegar, contando, ainda, com venda de pasteis maravilhosos (e cachaça, claro) em seu acesso.

Cachoeira do Flávio

Cachoeira do Flávio

Cachoeira do Flávio

Cachoeira do Flávio

Após vários mergulhos, antes de ir embora tive que registrar as quedas d’água de cima e o poço maravilhoso que lá se formava.

Cachoeira do Flávio

Cachoeira do Flávio

Cachoeira do Flávio

Cachoeira do Flávio

E chegamos ao local que seria nossa casa no fim de semana: a Hospedaria dos Sonhos.

Hospedaria dos Sonhos

Hospedaria dos Sonhos

Hospedaria dos Sonhos

Hospedaria dos Sonhos

Hospedaria dos Sonhos

Hospedaria dos Sonhos

Já nos primeiros passos, era possível ver o estilo ímpar da cidade, com as ruas feitas, também, de pedras são thomé.

Ruas de pedras são thomé

Ruas de pedras são thomé

Ruas de pedras são thomé

Ruas de pedras são thomé

Ruas de pedras são thomé

Ruas de pedras são thomé

Nosso almoço foi no Dona Glória. Um restaurante bem simples, com uma comida a quilo bem barata, mas muito gostosa, com destaque, claro, para a farofa e a carne ensopada.

Restaurante Dona Glória

Restaurante Dona Glória

Restaurante Dona Glória

Restaurante Dona Glória

Com a pança cheia, Laésio liberou a galera para ir descansar na pousada. Preferi caminhar pela cidade, conhecendo sua arquitetura maravilhosa, como a dessa igreja:

Igreja de pedras são thomé

Igreja de pedras são thomé

Igreja de pedras são thomé

Igreja de pedras são thomé

O santuário é parte dessa pracinha linda:

Pracinha em frente à igreja de pedras são thomé

Pracinha em frente à igreja de pedras são thomé

Por todos os lados, as construções levam pedras são thomé.

Construção de pedras são thomé

Construção de pedras são thomé

Construção de pedras são thomé

Construção de pedras são thomé

Construção de pedras são thomé

Construção de pedras são thomé

Até no Brod’uai.

Construção de pedras são thomé

Construção de pedras são thomé

A Praça Barão de Alfenas é onde concentra a vida noturna do município. São vários bares ao seu redor. Mas o local é aconchegante para todos os públicos.

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Ali, você encontra vários monumentos interessantes.

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

Dentre eles, uma imagem de São Thomé.

Praça Barão de Alfenas

Praça Barão de Alfenas

E a igreja matriz.

Igreja da Praça Barão de Alfenas

Igreja da Praça Barão de Alfenas

Igreja da Praça Barão de Alfenas

Igreja da Praça Barão de Alfenas

Caminhando pelo chão da igreja, é possível se deparar com alguns túmulos de padres que por lá rezaram suas missas.

Calçada da igreja

Calçada da igreja

Calçada da igreja

Calçada da igreja

Túmulo

Túmulo

Ao lado da igreja, você avista uma escada que dá para a Gruta São Thomé. No entanto, vale o aviso: não suba até o final dela. Eu fiz isso e saí dentro da casa de um cidadão. Em seguida, desci um lance e cheguei ao verdadeiro acesso.

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Gruta São Thomé

A caverna é curva e bem pequena. Qualquer pessoa pode entrar e admirar sua beleza, com destaque para as raízes.

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Gruta São Thomé

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Gruta São Thomé

E para um altarzinho, bem no meio da gruta.

Gruta São Thomé

Gruta São Thomé

Na sequência, mantendo a esquerda, você encontra outra caverna. Essa mais estreita e sendo preciso rastejar para chegar ao outro lado. Mas, excetuando talvez algum claustrofóbico, nada que assuste.

Gruta São Thomé

Gruta São Thomé

Logo na saída, dei de cara com a Tequila, essa cãzinha linda, que, segundo sua dona, adora um turista, servindo de guia até o topo da gruta.

Tequila

Tequila

Tequila

Tequila

Lá em cima se chega através de uma escada comum. A vista, no entanto, é bem particular.

Vista de cima da gruta

Vista de cima da gruta

Vista de cima da gruta

Vista de cima da gruta

Estar ali traz uma sensação muito emocionante. Tanto que devo ter ficado mais de meia hora só admirando aquela paisagem.

Vista de cima da gruta

Vista de cima da gruta

Vista de cima da gruta

Vista de cima da gruta

Pensei em seguir direto para a Pirâmide, onde Laésio havia marcado de nos unirmos para ver o pôr do Sol, mas, com a roupa ainda molhada da cachoeira e na iminência dos 7°C previstos para a noite, decidi fazer um pouco de higiene corporal, retornando à pousada para um bom banho.

Antes, no entanto, passei em frente à casa da Tequila, em uma rua sem saída, para observar essa paisagem por entre as grades de um portão.

Vista de perto da casa da Tequila

Vista de perto da casa da Tequila

Banho tomado, seguimos, antes da Pirâmide, para a Pedra da Bruxa, assim chamada devido a galera, talvez após a ingestão de uns chazinhos de cogumelos, conseguir ver uma fisionomia de bruxa nessa formação rochosa:

Pedra da Bruxa

Pedra da Bruxa

Pedra da Bruxa

Pedra da Bruxa

Decidimos subir em uma escaladinha curta até as rochas ao lado.

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Tudo para ter essa visão maravilhosa do Sol:

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

E uma vista indescritível desse “mar verde”, em quase 360°:

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

A paz de espírito que aquele local traz é impressionante!

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

É impossível se cansar de ficar ali, parado, só admirando a natureza.

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Vista de cima das rochas

Me acomodei e fiquei sentindo o vento e as energias positivas da misticidade são-thomeense.

Sentado sobre as rochas. Foto: Heide Casagrande

Sentado sobre as rochas. Foto: Heide Casagrande

Sentado sobre as rochas. Foto: Heide Casagrande

Sentado sobre as rochas. Foto: Heide Casagrande

Depois, descemos e seguimos para o Cruzeiro, o primeiro lugar onde lemos que é proibido fazer fogueira. Todos os outros expressavam: “proibido churrasco”, o que dava brechas para peixadas. Lá, no entanto, nem isso podia!

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Proibido fogueiras

Chegado ao topo do Cruzeiro, demos de cara com Tibilk, um mestre da música e patrimônio de São Thomé das Letras, que me contou sobre a lenda do Carimbado, uma passagem que, supostamente, existe na cidade e que, ao entrar nela, você sai em Machu Picchu, no Peru.

Parceiro de som do famoso Ventania, Tibilk e seu violão tocavam empolgantes faixas autorais, como a “Chama a Nasa”, que diz, no refrão: “se a Nasa não vier, chama a ONU. Se a ONU não vier, então chama São Thomé”. Genial! É claro que eu tive que comprar o CD dele. Inspirador! Em nosso Facebook, você confere uma palhinha.

Tibilk

Tibilk

Tibilk

Tibilk

Tibilk

Tibilk

De frente ao Cruzeiro, esse pôr do Sol inesquecível:

Pôr do Sol visto do Cruzeiro

Pôr do Sol visto do Cruzeiro

Pôr do Sol visto do Cruzeiro

Pôr do Sol visto do Cruzeiro

Pôr do Sol visto do Cruzeiro

Pôr do Sol visto do Cruzeiro

Antes que anoitecesse (lá não há iluminação), consegui chegar até a Pirâmide, que é uma casa vazia construída com pedras. Mas lindíssima e com uma energia maravilhosa. Ainda mais ouvindo clássicos de Ventania e de Raul Seixas, tocados pela galera que estava no teto do local.

Pirâmide

Pirâmide

Pirâmide

Pirâmide

Pirâmide

Pirâmide

Desci e fui caminhando até encontrar outra pracinha bem bacana com uma imagem de… São Thomé. Só pra variar!

Pracinha com São Thomé sentado

Pracinha com São Thomé sentado

Lembrei que eu tinha sugerido a Laésio parar para em uma sinucaria. Quando passei em frente a ela, decidi entrar e, para a minha surpresa, a galera estava lá.

Bar e Mercearia Chega Mais

Bar e Mercearia Chega Mais

No entanto, logo foram todos embora. Exceto eu e o amigo Lucien, que, conversando com Jesulém, a dona do bar, seguimos no jogo e na hidratação.

Bilhar

Bilhar

Bilhar

Bilhar

Hidratação

Hidratação

Desde o almoço sem comer nada e já tendo bebido bastante para comemorar o filho que Lucien já encomendou, fomos caçar um restaurante para encher as panças. Após uma breve pesquisa, decidimos pelo O Alquimista.

O Alquimista

O Alquimista

O lugar, feito, claro, de pedras são thomé, é bem rústico, com a estrutura tendo mais de 200 anos.

O Alquimista

O Alquimista

O Alquimista

O Alquimista

O Alquimista

O Alquimista

A comida é feita na pedra. O próprio cardápio diz que a refeição demora. E realmente ficamos umas meia hora esperando. Mas, quando chegou nosso baião de dois com abóbora temperada, valeu a pena cada segundo. De 0 a 10, daria 11 para aquela janta. Que comida maravilhosa! Destaque, também, para o atendimento do restaurante, com um garçom bem simpático.

Baião de dois

Baião de dois

Lucien decidiu ir para a pousada descansar um pouco para se encontrar com Laésio e a galera, que também foram repousar, mais tarde no Alcazar Rock Bar. Eu, no entanto, decidi perambular pelos bares. E segui de volta à pracinha.

Andando, encontrei o Terraço. E me lembrei de que Tibilk havia me convidado para ir lá prestigiar o show dele.

Terraço

Terraço

Porém, era uma dupla que estava tocando no local.

Terraço

Terraço

Mas, assim que entrei, reencontrei o Jackson e sua esposa Raquel, casal com o qual eu já tinha trocado ideia em dois locais diferentes da cidade. Com tanta coincidência de encontros, tive que parar para beber com eles.

Eu, Jackson e Raquel no Terraço

Eu, Jackson e Raquel no Terraço

Na saída do Terraço, em uma loja próxima, encontrei dois labradores lindos. Fiz de tudo para tirar uma foto com eles, inclusive pedindo a ajuda da dona dos cães. Eles me ignoraram, mas vale o registro!

Labradores "ignoradores"

Labradores “ignoradores”

Dali, fui até o Alcazar Rock Bar.

Alcazar Rock Bar

Alcazar Rock Bar

O local também é conhecido como Castelo Medieval. E sua arquitetura maravilhosa torna fácil entender o porquê.

Alcazar Rock Bar

Alcazar Rock Bar

Alcazar Rock Bar

Alcazar Rock Bar

Alcazar Rock Bar

Alcazar Rock Bar

Lá dentro, hidratação até o fim da noite.

Hidratação

Hidratação

Veio a manhã seguinte e, após um café-da-manhã com pães de queijo e bolos de cenoura simplesmente sensacionais, seguimos para o distrito de Sobradinho. Foi quase uma hora de viagem em um percurso que parecia nunca terminar, nos fazendo pensar que aquele era o Carimbado e que sairíamos em Machu Picchu. Mas saímos aí:

Fazenda com acesso fechado

Fazenda com acesso fechado

Fazenda com acesso fechado

Fazenda com acesso fechado

Estávamos de frente a uma fazenda na qual teríamos que cruzar para chegar à Gruta de Sobradinho e à Cachoeira de Sobradinho. No entanto, o acesso por ali estava fechado pelo Judiciário. Laésio não descansou e rodou o sítio buscando uma passagem. Achou uma estrada e seguimos por ela. Até chegarmos ao limite de onde os carros poderiam ir.

Local de abandono dos carros

Local de abandono dos carros

De lá, cruzamos o Bar do Lelé, um local com banheiro, chuveirão direto do rio, cerveja e loja de artesanato.

Bar do Lelé

Bar do Lelé

Loja de artesanatos

Loja de artesanatos

E, em uma descidinha rápida, já era possível começar a avistar a Cachoeira de Sobradinho.

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

No meio do caminho, uma ponte. Segui por ela e cheguei à boca da Gruta de Sobradinho. No entanto, o local estava fechado pelo Judiciário.

Gruta de Sobradinho

Gruta de Sobradinho

Mas, com jeitinho, deu pra fazer um registro…

Gruta de Sobradinho

Gruta de Sobradinho

Ali em frente, tinha uma piscina natural maravilhosa. A água da Cachoeira de Sobradinho é cristalina. Você pode beber sem problemas. E é claro que eu tive que dar um mergulho por lá

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

A água do poço transbordava como continuação da cachoeira até outro piscinão mais embaixo onde estava a galera.

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

E para lá segui, renovando o espírito naquela água extraordinária.

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho. Foto da câmera de Eliana Ventura

Cachoeira de Sobradinho. Foto da câmera de Eliana Ventura

Cachoeira de Sobradinho

Cachoeira de Sobradinho

De volta à cidade, hora de fazer check-out na pousada. Saudades do meu quarto Mafim.

Quarto Marfim

Quarto Marfim

Almocei novamente no Dona Glória e fui fazer uma nova perambulação solitária pela cidade.

Estrutura bacana

Estrutura bacana

Estrutura bacana

Estrutura bacana

Não sei se os motoristas locais se habilitam em uma nova categoria para andarem por São Thomé. Mas não me surpreenderia… As ruas são bem loucas. Só com fotos para explicar!

Rua

Rua

Rua

Rua

Rua

Rua

Ao final de uma, encontrei uma parede de rocha. Subi e fui surpreendido com esse visual espetacular:

Visual espetacular

Visual espetacular

Visual espetacular

Visual espetacular

Visual espetacular

Visual espetacular

Com visitas constantes desse totó abaixo. Deitei e descansei até a hora marcada para retornarmos à van do mestre Luciano e seguirmos de volta ao Rio de Janeiro.

Totó amigo

Totó amigo


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Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

2 Comments:

  1. Flávia Domingues

    Renaldo, adorei o post e fiquei mega curiosa pra conhecer São Thomé.

    Beijos!
    Flávia Domingues

  2. Muito bom seu relato meu caro, me senti em São Thome das Letras novamente.

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