SILVA JARDIM/RJ – Aldeia Velha

Viagem realizada em 04/09/2015 –

Aproveitando o mês de férias, acabei dormindo no Rio de Janeiro de quinta para sexta-feira. Isso, no entanto, acabou dobrando meu trajeto. Foram uma carona, um metrô e um ônibus até chegar em Itaboraí para fazer a mochila, tomar um banho e pegar outros três ônibus até Aldeia Velha, distrito de Silva Jardim que decidi acampar no feriadão de 7 de setembro.

O camping que escolhi foi o Aldeia do Bambu, de propriedade do Thiago. Não o conhecia e nem o conheci. Mas, primo da amiga Viviane Fortuna, imagino que seja gente boa. O acampamento, pelo menos, era muito bom. Aliás, em termos de estrutura, dou 5 estrelas. Maravilhoso!

Já era noite quando cheguei. Armei minha barraca e parti para o bar do camping, onde já cheguei metendo a mão em uma loira bem gostosa: a Sury.

Sury

Sury

Eu e Sury

Eu e Sury

E por ali fiquei, na hidratação com novos amigos até, claro, ser gentilmente expulso pela galera do bar, que precisava dormir para preparar o café-da-manhã do dia seguinte.

Hidratação

Hidratação

Após encher a pança ao som de Chitãozinho e Xororó, parti rumo à Cachoeira das Andorinhas.

Estrada

Estrada

Logo no início do caminho de 5km, um cavalo amigo fez questão de se aproximar para me cumprimentar.

Cavalo manobraw

Cavalo manobraw

Cavalo manobraw

Cavalo manobraw

Cavalo manobraw

Cavalo manobraw

Ao longo do percurso, se cruza uma ponte, já sendo possível dar um “oi” para o rio.

Ponte

Ponte

Rio

Rio

Rio

Rio

E a chuva, que já havia dado o ar das graças, se intensificava cada vez mais. Me enlamaçava, mas não me desanimava.

Rio

Rio

Rio

Rio

Afinal, como desanimar com essa coisa linda ao lado?

Nascente

Nascente

Nascente

Nascente

Destaque para outro ponto do rio, com uma mini-prainha.

Rio com a mini-prainha

Rio com a mini-prainha

Rio

Rio

E chego até a propriedade particular na qual se encontra a Cachoeira das Andorinhas. Abri a corrente e entrei.

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Com ninguém por perto, segui o caminho e cruzei o rio.

Rio

Rio

Rio

Rio

Rio

Rio

O sítio tem até brinquedo para as crianças. Bem bacana!

Brinquedo

Brinquedo

Me aproximando, fui recebido pela dona do local, que me explicou o procedimento para visitação: 5 reais por pessoa, com direito a pulseirinha e tudo. Paguei e segui adiante.

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Ao cruzar outro riacho, logo em frente a onde ela me atendeu, há uma estrada. É necessário, no entanto, seguir por uma trilha à direita. O trajeto é extremamente fácil e pode ser feito por qualquer um. Em menos de 5min, eu já estava nesse local maravilhoso:

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Cachoeira das Andorinhas

Devido a chuva, não haviam muitos malucos para mergulharem lá. Aliás, havia apenas eu. Quando cheguei, encontrei um grupinho de 5 pessoas que logo foi embora. E fiquei ali, na minha cachoeira “particular e exclusiva” até observar uma trilha do outro lado.

Segui por ela. Fácil, mas já nem tanto. Bem inclinada e, devido à chuva, muito escorregadia. Mas foram menos de 10min até a belíssima Cachoeira do Pilão. O local, no entanto, não é recomendável para pulo. Não há trilha ou corda para retornar à superfície. As pedras laterais são lisas e escorregadias, impossibilitando até escaladas.

Cachoeira do Pilão

Cachoeira do Pilão

Cachoeira do Pilão

Cachoeira do Pilão

Cachoeira do Pilão

Cachoeira do Pilão

Continuei a trilha e segui até a terceira queda d’água: a Cachoeira do Duchão, um pocinho bem tranquilo e relaxante. O cuidado deve ser só para não escorregar e deixar a correnteza te levar ao Pilão.

Cachoeira do Duchão

Cachoeira do Duchão

Cachoeira do Duchão

Cachoeira do Duchão

Refazendo a trilha, encontrei o Marcelos, dono da propriedade, gente boa à beça. Ficamos trocando ideia até ele sugerir que, mesmo com o restaurante fechado, me faria um aipim com calabresa. Impossível recusar. Comi e fiquei na hidratação por ali durante um bom tempo, recebendo dicas de orientação com bússola.

Hidratação

Hidratação

A chuva não deu trégua por nada no mundo e, já de noite, tive que voltar os 5km até o camping driblando os vários sapos que surgiam pela estrada.

Um dos vários sapos

Um dos vários sapos

No caminho, vale até o registro de um carro que passou por mim, mas, ao me ver descalço, todo enlamaçado e com uma lanterna na mão em meio à escuridão total, arrancou e meteu a 8ª marcha. Foi bom que, além de conversar comigo mesmo, tive um motivo para rir pelo resto do percurso.

De volta à barraca, fui tomar banho e encontrei com um grupo de surdos aventureiros que estava acampado ali. Fiz amizade e acabei me integrando no churrasco deles, de onde parti para seguir a hidratação no bar do camping.

Hidratação

Hidratação

Junto das amigas Roberta Quintanilha e Viviane Fortuna, de Itaboraí, conhecemos o Steven Redditt, um músico norte-americano que largou o Havaí para se apaixonar por Nova Friburgo e vir morar na Região Serrana do Rio de Janeiro. Foi com ele e sua esposa Rosália que partimos para beber na Pousada Montanhas de Aldeia, após o bar do camping fechar novamente.

Hidratação

Hidratação

Hidratação

Hidratação

Como Steven estava louco para tocar seu violão, sugeriu que comprássemos uns litrões e retornássemos ao bar do camping para, mesmo fechado, seguir a hidratação. E assim fizemos, até o segurança nos abordar e, educadamente, pedir para que parássemos, pois já havia recebido reclamação relacionada ao barulho.

Hidratação

Hidratação

O domingo foi dedicado apenas à hidratação com os novos e velhos amigos. Com Eric e Mônica, de São Pedro da Aldeia, agitamos outro churrasco e juntamos a galera, bebendo desde meio-dia até acabar a carne. Parte do pessoal partiu para um festival de forró que ocorria no caminho para a Cachoeira das Andorinhas. Eu decidi seguir bebendo no bar do camping, onde comi uma maravilhosa crepe de bobó de camarão feita pela amiga Rita. A foto ficou uma merda, pois a hidratação foi tanta que não tive tempo de carregar o celular e o flash apagou. Mas juro que a massa estava sensacional!

Hidratação

Hidratação

Fui dormir 1h da manhã. E acordei às 3h30min. Fui mijar em meio a uma ventania grotesca e acabei perdendo o sono. Bom que deu para registrar o camping de madrugada.

Minha casa ao centro

Minha casa ao centro

Camping

Camping

Área de convivência do camping

Área de convivência do camping

Destaque para o laguinho, onde armei minha barraca bem ao lado para dormir com o barulhinho da queda d’água.

Laguinho

Laguinho

Laguinho

Laguinho

Próximo do amanhecer, decidi seguir um morro em frente para ver o Sol nascer. De frente ao camping, há uma fazenda na qual a porteira fica aberta para passagem. Fica lá, também, o aviso que nunca é demais:

Aviso

Aviso

Após cruzar um rio, a trilha se perde na subida do morro. Mas é humanamente impossível se perder, visto que, excetuando o gramado, não há vegetação no início.

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

A vista é maravilhosa, como se pode ver dessa pedra:

Vista do morro

Vista do morro

Continuei subindo a grama escorregadia e o terreno bem íngreme, mas de fácil acesso. Até porque o visual recarrega qualquer energia.

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Enquanto isso, o Sol ia se revelando…

Sol nascendo

Sol nascendo

Sol nascendo

Sol nascendo

Sol nascendo

Sol nascendo

E quanto mais subia, mais bela ficava Silva Jardim.

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Vista do morro

Na descida, destaque para três pontos:

Cogumelos

Cogumelos

Árvore-ilha

Rio

Descida do morro

Descida do morro

Chegando ao camping, hora de “implodir a casa” e retornar à Itaboraí. A amiga Roberta me deu carona até Rio Bonito, de onde peguei um engarrafamento infernal, levando 2h30min para um trecho que normalmente dura menos de meia hora. Mas nem isso tirou minha satisfação desse feriadão maravilhoso!

61 (Copy)


Gostou? Comente!
Curta nossa página no Facebook: Facebook.com/barcadaideia
Acesse todos os relatos em: Explorações

Patrocinador: Carpória – agência de comunicação.

Renaldo Souza

Um maluco de estrada que gosta de dar uma caminhada. Amante da natureza, dos churrascos e da cevada. Se Noé fez a arca, eu fiz a Barca. A Ideia, a gente arruma…

2 Comments:

  1. Dimi h. oliveira

    Fala ae meu veio!
    Foi um fds bão demais sô!
    Acho q vou cair nessa trilha de novo nessa passagem de ano. Vai rolar outro festival de forró em Aldeia Velha.
    Mais três dias de camping e muita gente bonita e maluca.
    um abraço e até a próxima!

  2. Viviane Fortuna

    Saudade demaaaais desse final de semana! Umas das melhores que tive recentemente! Sucesso querido amigo!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *